quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

1973-02-28 - A SITUAÇÃO ACTUAL DO ISCEF - Movimento Estudantil

ASSOCIAÇÃO dos ESTUDANTES
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS ECONÓMICAS E FINANCEIRAS

Comunicado da Direcção Nº 22 
28/2/73

 A SITUAÇÃO ACTUAL DO ISCEF

1. REPRESSÃO/73 UM NOVO DIRECTOR.
Na tarde do dia 25 de Fevereiro (domingo) os imensos portões de ferro, que tão laboriosamente tem vindo a ser constituídos desde há meses, foram encerrados tendo sido proibido a entrada dos estudantes na cantina da AE e os colegas que iam saindo foram proibidos de entrar de novo.
Esta operação foi executada por um grupo de contínuos capitaneados pessoalmente pelo director, prof. Gonçalves de Proença, ex-ministro dos governos de Salazar e Marcelo Caetano. As forças repressivas nem ao domingo descansam…

1978-02-28 - BIDAE Nº 03 - Movimento Estudantil

BOLETIM INFORMATIVO da DIRECÇÃO da ASSOCIAÇÃO de ESTUDANTES da Escola do Magistério Primário de Coimbra
Nº 3 28/02/78

INTRODUÇÃO: Estamos em crer que todos nos apercebemos já da importância deste Boletim Informativo.
E a sua importância verifica-se não só pelo seu carácter informativo, mas também como algo que nos faz sentir como Corpo Associativo e, ao mesmo tempo, nos dá uma sensação de unidade.
Achamos, portanto, que a função de motivação da introdução à leitura do Boletim Informativo desapareceu, pois que ela está já dentro de cada um de nós.
Verificá-lo-emos no Boletim informativo nº 4.

1978-02-28 - O GOVERNO ENTRAVA O BOM FUNCIONAMENTO DA RODOVIÁRIA NACIONAL - PPD-PSD

COMUNICADO
O GOVERNO ENTRAVA O BOM FUNCIONAMENTO DA RODOVIÁRIA NACIONAL

1. Na região de Lisboa os cidadãos transportados pela Rodoviária Nacional estão a ser servidos em mas condições, e com grandes atrasos, por falta de meios suficientes.
Contudo, encontram-se prontos na UTIC para entrega à R.N. algumas dezenas de autocarros, encomendados já há bastante tempo.
2.  A D.G. de Viação, a quem compete por lei, a aprovação de qualquer meio de transportes considerou, certamente, por razões fundamentadas, que em princípio aceitamos, que os referidos veículos não possuíam as características especiais para a sua utilização na via pública.

1978-02-28 - ENCONTRO DAS ORGANIZAÇÕES DO PCP SOBRE A EDUCAÇÃO E ENSINO - PCP

ENCONTRO DAS ORGANIZAÇÕES DO PCP SOBRE A EDUCAÇÃO E ENSINO
15 e 16 de ABRIL/78

COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA DO PCP

1. A educação é no Portugal de hoje uma importante questão nacional e popular.
A crise do sistema educativo projecta-se gravemente na sociedade portuguesa, comprometendo o desenvolvimento económico, social e cultural do País, dificultando a completa democratização da vida nacional, distanciando mais e mais a escola dos problemas nacionais, inutilizando os esforços e potencialidades de estudantes, professores e técnicos, empenhados em edificar uma escola democrática, orientada pelos valores e objectivos inscritos na Constituição da República.

1978-02-00 - Linha Geral Nº 10 - UEC

1.° congresso importante passo para o futuro

Quando no domingo, no começo da tarde, se ouviam os últimos acordes da internacional, o 1º Congresso da União dos Estudantes Comunistas, estava prestes a encerrar os seus trabalhos. Seis anos depois da sua fundação, em 21 de Janeiro de 1972, a UEC, inscreveu na sua história de organização Juvenil comunista, um acontecimento, que muito justamente já é considerado como histórico.
A alegria e a confiança, foram, como não podia deixar de ser, a nota dominante deste Congresso de Jovens estudantes comunistas. Como referiu o camarada Pina Moura no seu relatório, essa confiança é a de "quem sabe de como é poderoso e Invencível o povo quando unido e organizado, de quem tem a firmeza e a determinação e de quem sabe que temos muito a defender, para finalmente construirmos a escola e a vida no caminho de Abril".

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

1973-02-00 - O Grito do Povo Nº 09 - OCMLP

Editorial 
CARESTIA DA VIDA

Durante o período de Dezembro de 72 a Fevereiro de 73, confirmaram-se e intensificaram-se as linhas gerais da luta de classes na sociedade portuguesa que temos vindo a analizar.
Neste número, em que o nosso jornal aparece como publicação mensal, resumiremos alguns dos principais factores que mereceu ser sublinhados e suas perspectivas para a luta de classes.
A carestia da vida, longe de diminuir, aumenta assustadoramente. Subiu o frango e o peixe; o azeite vai sofrer um aumento de 30% dos quais metade já está em vigor. Subirão brevemente ainda mais as batatas, as cebolas chegam aos 11 escudos. O vinho vai a os 8 escudos, sem falar no verde, que num mínimo de 9 chega aos 11 e 12 escudos. O preço dos transporte fora dos grandes centros urbanos, tem sofrido aumentos que chegam aos 40%. Segundo as estatísticas  oficiais neste período, o aumento dos preços dos géneros de consumo ultrapassou os 15% por ano. O governo nada faz senão deitar para os olhos. O governo, agente e fiel servidor da grande burguesia bancária, industrial e latifundiária, e do imperialismo estrangeiro, nada faz, nada fará, nada lhe interessa, fazer senão enganar. É a burguesia capitalista-colonialista, a principal responsável e pela subida assustadora dos preços, que usa em seu proveito, na  acumulação de cada vez maiores lucros na guerra, colonial, na  manutenção do aparelho de estado colonial-fascista e dos seus lacaios.

1978-02-27 - NÃO À MORDAÇA SOCIAL-CENTRISTA! - PCTP/MRPP

NÃO À MORDAÇA SOCIAL-CENTRISTA!

Enquanto continuam por pagar os salários dos trabalhadores da ex-SNT e encerradas as publicações daquela empresa, bem como o "Jornal do Comércio", o II Governo Constitucional, à semelhança do primeiro, insiste em falar de "liberdade de Imprensa".
Estranha "liberdade de Imprensa", a de um país que fecha jornais e atira trabalhadores da "Informação" para o desemprego! Estranha "liberdade de Imprensa" aquela que suprime o direito à instrução contraditória (fase de defesa antes do julgamento) em "crimes de abuso de liberdade de Imprensa" e se prepara, de lei reaccionária em lei reaccionária, para voltar ao sistema de multas e suspensões que caracterizaram os primeiros tempos da censura!
Outro não é o significado das novas leis que impedem que um jornal veja todas as suas acusações unidas num só processo, ao ser várias vezes acusado do mesmo "crime de abuso de liberdade de Imprensa". Pretende-se que, de processo em processo, de condenação em condenação, a suspensão do jornal apareça como justificada.

1978-02-27 - Reforçar as organizações da classe operária - PCTP/MRPP


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1978-02-00 - A FUSÃO CTT/TLP É UMA COISA BOA OU UMA COSA MÁ? - PCTP - MRPP

A FUSÃO CTT/TLP É UMA COISA BOA OU UMA COSA MÁ?

- Em meados de Fevereiro os Sindicatos e Comissões de Trabalhadores dos CTT/TLP serão chamados a dar parecer sobre a questão da Fusão/Reestruturação -

As telecomunicações constituem no nosso País um sector vital. A classe dominante minada pela crise até aos alicerces tenta forçosamente aplicar neste sector o seu programa imposto pelo grande capital e pelo imperialismo estrangeiro, ou seja, procederá a uma concentração de capital na perspectiva de melhorar as suas taxas de lucro explorando mais com menos recursos liquidando ao mesmo tempo as empresas do sector não "rentáveis"; agravando com este processo a situação dos trabalhadores e do Povo explorado (através dos congelamentos de salários, despedimentos, aumentos de horários, aumento de tarifas para o Povo, etc. etc.).

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

1973-02-00 - O Anti-Colonialista Nº 01 - MPAC

Editorial
NOVAS E GRANDIOSAS BATALHAS NOS ESPERAM SEJAMOS DIGNOS DELAS 

Camaradas!
A hora é de combate! As condições, tanto internas como externas, nunca foram tão favoráveis ao desenvolvimento da luta com a burguesia colonialista portuguesa - um pequeno peão a soldo do imperialismo mundial - contra o seu sistema de opressão e exploração coloniais e contra a injusta e criminosa guerra colonial-imperialista de agressão, rapina e genocídio que leva os Povos heróicos de Angola, Guiné Moçambique.
Ao nível internacional, a burguesia portuguesa e seus patrões imperialistas estão a ser implacavelmente batidos e isolados. Também na ONU acumulam derrotas sobre derrotas e falam em abandonar as Nações Unidas. Os Povos de todo o mundo e todos os países anti-imperialistas exigem o imediato reconhecimento do direito inalienável dos Povos de todas as colónias sob o jugo da burguesia portuguesa a disporem de si próprios. Os Movimentos de Libertação Nacionais dos Povos da Guiné, do Angola e Moçambique foram mundialmente reconhecidos como os únicos genuínos e legítimos representantes dos seus Povos.

1973-02-26 - BIPE - AE FEUP - Movimento Estudantil

BIPE informativo

DEPOIS DE ELIMINAR, ALUNOS DE EXAME, NAS QUÍMICAS, GUEDES DE CARVALHO TENTA DEMITIR UM ASSISTENTE QUE SE OPÕE À SUA DITADURA

O Eng. Guedes de Carvalho é um homem ocupadíssimo. Professor, de muitas cadeiras, técnico de muitas fábricas, dono de um laboratório de análises, “director à distância” do Laboratório de Química da Universidade de Luanda.
O tempo não lhe chega! Por isso, cede algumas cadeiras aos seus assistentes. Com mentalidade de “patrão” impõe os seus pontos de vista, dispõe dos assistentes, procura dividir os alunos entre si para melhor reinar, orienta a vida da reacção das Químicas segundo as suas conveniências e interesses.

1978-02-26 - O Aço Nº 01 - PC (m-l) P

O AÇO
BOLETIM DO PARTIDO COMUNISTA (marxista-leninista) PORTUGUÊS na SN/MAIA

VIVA O PC (m-l) P !
Camaradas:
Depois de um intervalo relativamente grande, "O AÇO" surge de novo, para fazer ouvira sua voz proletária na defesa dos trabalhadores da fábrica da Maia e da SN em geral.
"O AÇO" já não é mais o boletim da UCRP(m-l). Tal com dizíamos no "O AÇO" nº 1 (la série), a UCRP(m-l) era uma organização provisória, cuja missão consistia em reconstituir o Partido da Classe Operária, o verdadeiro Partido Comunista, que Cunhal e a burguesia lhe havia roubado no princípio dos anos 60.
Uma nova era se abre para os trabalhadores de Portugal que, sob a direcção do nosso Partido há-de arrancar o Poder à burguesia e levantar a mais democrática de todas as formas de Poder, a Ditadura do Proletariado.

1978-02-26 - EDIFICAR A UJCR COMO ORGANIZAÇÃO AMPLA E DE GRANDE INICIATIVA E COMBATIVIDADE REVOLUCIONÁRIAS - UJCR

EDIFICAR A UJCR COMO ORGANIZAÇÃO AMPLA E DE GRANDE INICIATIVA E COMBATIVIDADE REVOLUCIONÁRIAS

RESOLUÇÃO DA 3ª REUNIÃO PLENÁRIA (AMPLIADA) DO CN DA UJCR

O Conselho Nacional debruçando-se sabre a actividade da UJCR desde o seu 1º Congresso, considera que se verificaram alguns avanços na ligação às massas juvenis e que foi intensificada a nossa acção esclarecedora e mobilizadora no seio da juventude. Desta forma conseguimos levar as nossas posições políticas a novos sectores, abrindo-lhes os horizontes da luta revolucionária.
Contudo, foram detectadas sérias deficiências na aplicação da orientação saída 1º Congresso que limitaram a nossa capacidade de intervenção. Em particular, o CN manifestou grande apreensão pela constante fuga do trabalho de massas revelada por algumas organizações regionais, pela expectativa e pela vacilação diante do avanço do fascismo entre a juventude, demonstrado por sectores tão importantes como o estudantil e, ainda, pelo alargamento de ideias e práticas sectárias totalmente em desacordo com a linha do nosso 1º Congresso.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

1973-02-25 - APERFEIÇOEMOS OS NOSSOS MÉTODOS CONCRETOS DE TRABALHO - MPAC- CLAC's

APERFEIÇOEMOS OS NOSSOS MÉTODOS CONCRETOS DE TRABALHO

PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAÍSES POVOS E NAÇÕES OPRIMIDAS DO MUNDO: UNI-VOS!

GUERRA DO POVO A GUERRA COLONIAL-IMPERIALISTA!
Lancemos e organizemos, sob esta palavra de ordem, um vasto e vigoroso Movimento Popular Anti-Colonial, mobilizemos ousadamente as amplas massas do povo - operários, camponeses, soldados, estudantes e intelectuais revolucionários - numa poderosa frente de luta revolucionária contra o colonialismo português, que, em aliança e a soldo do imperialismo estrangeiro, oprime, humilha, explora, saqueia e assassina os heróicos, vitoriosos e inconvencíveis Povos irmãos das colónias!

1973-02-00 - Servir o Povo Nº 12 - I Série - UEC(ml)

LUTEMOS CONTRA A GUERRA COLONIAL

A luta contra a guerra é um problema que se levanta ao proletariado português, não só do ponto de vista dos seus interesses directos, como também do seu dever internacionalista para com os povos irmãos das colónias. Contudo, esta luta contra a guerra não pode ser concebida espontaneamente, sem uma base de organização capaz de empreender as acções de massas contra a guerra. Caso contrário, falar em lutar contra a guerra é apenas largar palavras ocas. A luta contra a guerra e o estado de organização do proletariado caminham par a par.
Em todas as guerras há que definir correctamente a estratégia e a táctica. Igualmente, na luta contra a guerra, há que definir correctamente a estratégia e a táctica do proletariado. Devemos rejeitar as reacções sentimentais à guerra e saber agir como revolucionários autênticos, devemos saber aproveitar todas as possibilidades de luta e não cairmos em posições radicais, devemos abrir as portas a uma ampla unidade anti-colonialista mas salvaguardar sempre as posições do proletariado.

1978-02-25 - Escolas Mao Tsé-tung - PCTP/MRPP

Escolas Mao Tsé-tung

notas explicativas do Volume V (I)

INTRODUÇÃO
No sentido de apoiar as Escolas Mao Tsé-tung no estudo do Volume V das Obras Escolhidas, nos iniciamos hoje a publicação de um conjunto de notas explicativas de certas expressões nele inseridas, que concerteza contribuirão para que o leitor menos conhecedor da historia da Revolução Chinesa e da obra e pensamento do Presidente Mao Tsé-tung possa melhorar os seus conhecimentos e aprofundar ainda mais o seu estudo.
A presente edição corresponde a uma tradução das notas explicativas publicadas nos números 1, 3 e 4, de Janeiro de 1978 do Pequim Informação, a que nós resolvemos alterar, nalguns casos, a ordem por que vinham escritas, por se adaptar melhor ao nosso país no de estudo. É nossa intenção continuar a traduzir e editar asno tas que porventura venham a ser publicadas nos próximos números, da mesma maneira que envidaremos esforços no sentido de elaborarmos nos próprios notas ou textos que possam ajudar as Escolas na sua árdua tarefa de estudar o Volume V e aprofundar e desenvolver o Movimento de Estudo em curso.

Porto, 25 de Fevereiro de 1978

1978-02-25 - O Comunista Nº 04 - PC (ml) P

EDITORIAL
FASCISMO NUNCA MAIS!
SOCIAL-FASCISMO TAMBÉM NÃO!

O repatriamento, na passada semana, dos corpos dos resistentes que faleceram no campo de concentração do Tarrafal deve ser, para os comunistas marxistas-leninistas e demais antifascis­tas autênticos, motivo, não só de homenagem aos que tombaram na luta pela liberdade, mas também de profunda reflexão.
De retirar da experiência da luta dos que por lá passaram as devidas lições e aplicá-las à situação que hoje vivemos, para que não voltem a haver Tarrafais no nosso país, para conjurar o perigo de instauração de uma nova ditadura terrorista do capital, fascista ou social-fascista.
É essa melhor homenagem que hoje se lhes pode prestar.

1978-02-00 - Boletim Povo Unido Nº 01 - FEPU


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1978-02-00 - Juventude Nº 30 - UJC

Editorial

Já antes aqui se disse que os jovens trabalhadores sabem, por experiência própria, o que significou a política de alianças à direita do Governo PS sozinho e as consequências na sua vida de trabalho, estudo e lazer. Por isso a juventude não apoiou tal política, nem tal governo; por isso se regozijou com a sua queda o esperou que a crise então aberta fosse solucionada de forma a que as mais prementes aspirações juvenis fossem defendidas e resolvidas.
Hoje há um governo, foi apresentado um programa e a juventude tem sérias incertezas quanto ao futuro. Cedendo às pressões da direita e do imperialismo, o PS enveredou por um caminho contrário aos interesses dos trabalhadores e da juventude, contrário à resolução da crise que o país defronta.

sábado, 24 de fevereiro de 2018

1973-02-00 - os colonialistas assassinaram o patriota guineense Amílcar Cabral - RPAC

os colonialistas assassinaram o patriota guineense Amílcar Cabral

AOS SOLDADOS E MARINHEIROS. A TODOS OS REVOLUCIONÁRIOS NA TROPA COLONIAL-FASCISTA!

Camaradas:
A 20 de Janeiro de 1973, em Conakry (Guiné), mercenários a soldo dos colonialistas portugueses assassinaram o patriota AMÍLCAR CABRAL, secretário-geral do PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINE E CABO-VERDE (PAIGC). Amílcar Cabral era o chefe da luta de libertação do glorioso povo da Guiné-Bissau, que de armas na mão combate há quase dez anos o colonialista odiado. A morte de Amílcar Cabral é mais um crime hediondo a inscrever na sanguinária galeria militar fascista do patife Spínola, que já em 22 de Novembro de 1970 ensaiara uma vil agressão à República da Guiné e há 5 anos comanda a guerra de massacre e barbárie que o colonialismo português desencadeia na Guiné-Bissau.

1973-02-24 - GUERRA do POVO à GUERRA COLONIAL IMPERIALISTA! - MPAC-CLAC's

GUERRA do POVO à GUERRA COLONIAL IMPERIALISTA!

CAMARADAS:
A burguesia colonial-fascista que nos explora e oprime fe­rozmente nas fábricas e nos campos que nos reprime selvaticamente quando nos levantamos contra a exploração, a tirania fascista e a guerra colonial-imperialista, quer a todo o custo continuar a amarrar o povo português à sangrenta e assassina guerra colonial-imperialista.
Esses exploradores que nos reduzem à fome, à miséria, à doença e que nos expulsam do nosso país enviando-nos para a emigração para continuarmos a ser explorados pelos seus patrões, os grandes imperialistas estrangeiros, querem incorporar os nossos jovens - os filhos do povo trabalhador - no exército colonialista e fascista para os transformar em assassinos dos povos irmãos das colónias.

1978-02-24 - VARRAMOS OS SOCIAIS-FASCISTAS DA NOSSA FACULDADE! - UEC(ml)

VARRAMOS OS SOCIAIS-FASCISTAS DA NOSSA FACULDADE!

UNIÃO DOS ESTUDANTES COMUNISTAS (MARXISTAS - LENINISTAS)

Mais de dois anos após o fracasso do golpe pró-social imperialista de 25 de Novembro do 1975, a Faculdade do Letras do Porto continua infestada de parasitas, de incompetentes, de lacaios do novo Hitler-Brejnev.
Durante estes quase quatro anos de processo "revolucionário", milhares de estudantes tem tido o pescoço debaixo da guilhotina social-fascista: ou dizem amém com os professores cunhalistas ou são atirados para a vala comum de uma nota baixa...
A Faculdade do Letras tem sido, assim, um escopro para a formação da nova burguesia em ascensão - a burguesia burocrática social-fascista, às ordens do social-imperialismo russo.

1978-02-24 - Que Fábrica Atacada Não Seja Isolada - UDP

- Que Fábrica Atacada Não Seja Isolada
- Pela Defesa Das Conquistas De Abril

APOIEMOS A LUTA DOS TRABALHADORES DA SOCIEDADE NACIONAL DE SABÕES!

TODOS À CONCENTRAÇÃO CONVOCADA PELOS ÓRGÃOS REPRESENTATIVOS DOS TRABALHADORES 
2ª FEIRA, 27, 19H.
JUNTO AO MINISTÉRIO DO TRABALHO — PRAÇA DE LONDRES

A UDP APOIA ESTA CONCENTRAÇÃO ESPERANDO QUE ELA SEJA O INÍCIO DE FORMAS DE LUTA MAIS AVANÇADAS QUE NÃO SE REDUZAM A PARALISAÇÕES SIMBÓLICAS DE QUARTOS DE HORA PARA OBRIGAR O PATRONATO E A ADMINISTRAÇÃO A RECUAR E APELA A QUE TODOS OS TRABALHADORES ESTEJAM PRESENTES, EM ESPECIAL OS SEUS ADERENTES E SIMPATIZANTES.

1978-02-24 - RELAÇÃO DE MATERIAIS ENTRADOS NO ARQUIVO - PCTP/MRPP

SUBDEPARTAMENTO DO ARQUIVO
RELAÇÃO DE MATERIAIS ENTRADOS NO ARQUIVO
OUTUBRO 1977 - JANEIRO 1978

Através da edição deste documento, pretende o Subdepartamento de Arquivo, com algum atraso, dar conhecimento aos camaradas da actualização do material existente no Arquivo. Assim, como o título indica, é apresentada nas páginas interiores a relação, classificada, dos materiais entrados desde Outubro de 1977 a Janeiro de 1978. A actualização, no futuro, far-se-á mensalmente. Não inclui, no entanto, o presente documento a relação dos livros da Biblioteca, que será objecto de um catálogo a publicar na próxima semana.

Lisboa, 24 de Fevereiro de 1978.
O Subdepartamento de Arquivo.

1978-02-24 - O QUE FOI A ÚLTIMA ASSEMBLEIA GERAL DO SINDICATO DA FUNÇÃO PÚBLICA (SUL) - PPD-PSD

PARTIDO SOCIAL - DEMOCRATA

O QUE FOI A ÚLTIMA ASSEMBLEIA GERAL DO SINDICATO DA FUNÇÃO PÚBLICA (SUL)

O Sindicato da Função Publica mais uma vez fez Assembleias à sua maneira. Sem um mínimo de Democracia e com mm Presidente de Mesa ditador da linha dura. Mesmo assim os Trabalhadores Sociais Democratas enfrentaram a Assembleia e o seu INSIGNE Presidente, chamaram a atenção da Mesa para verdades que o irritaram, e que provocaram ao ILUSTRE SENHOR na sua resposta, afirmações que ele sabe poderiam levar à impugnação daquela Assembleia.
Não o faremos. Daremos tempo ao tempo para que as posições se clarifiquem mais.

1978-02-24 - IIª. REUNIÃO PLENÁRIA DO C.C. DO P.C. (m-l) P.

PARTIDO COMUNISTA (marxista - leninista) PORTUGUÊS

COMUNICADO DE IMPRENSA

IIª. REUNIÃO PLENÁRIA DO C.C. DO P.C. (m-l) P.

Teve lugar nos dias 18 e 19 de Fevereiro a IIª Reunião Plenária do Comité Central do PARTIDO COMUNISTA (marxista-leninista) PORTUGUÊS, a fim de examinar a situação política criada após a formação do II Governo Constitucional, de coligação PS/CDS, e a aprovação do seu Programa na Assembleia da República.
Na ocasião, o Comité Central do PC(m-l)P aprovou uma Resolução Política em que reafirma a linha revolucionária dos comunistas, portugueses para a realização do Socialismo no nosso país, e em que traça a alternativa concreta do nosso Partido para a concretização de uma política verdadeiramente de esquerda, de defesa das Conquistas Populares de Abril, na presente situação.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

1973-02-23 - Comunicado N.° 1 - CRSPP

Comissão Regional de Socorro aos Presos Políticos
(CONSTITUÍDA AO ABRIGO DO ARTIGO 199.° DO CÓDIGO CIVIL)

DISTRITO DE CASTELO BRANCO

Comunicado N.° 1
23 de Fevereiro de 1973

I
Os abaixo assinados, cidadãos maiores de 21 anos ou emancipados, no pleno gozo dos seus direitos civis, declaram constituir-se, ao abrigo do art.° 199,° do Código Civil, em Comissão de Socorro aos Presos Políticos, a fim de desenvolverem a sua acção no Distrito de Castelo Branco.
Esta Comissão Regional propõe-se apoiar a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos e todas as Comissões Regionais já constituídas, ou que vierem a constituir-se, nos termos do mesmo preceito legal, e com elas colaborar na prossecução dos seus objectivos, que são os seguintes:

1973-02-23 - CAP Nº 03

J.M. IGLESIAS está há 10 dias consecutivos na tortura e sujeito a contínuos espancamentos e violências criminosas de toda a ordem  

CAP
COMUNICADA Nº 3

JOSÉ MANUEL IGLÉSIAS é um jovem estudante do Instituto Comercial, presentemente incorporado como cabo no exército colonial-fascista. Foi preso no passado dia 6 de Fevereiro pela PIDE, na rua. Sob o fogo das pistolas dos acentos criminosos da pide conseguiu opor corajosa, e vitoriosa resistência à primeira tentativa de prisão. Denunciando os esbirros bom alto, estes só o conseguiram prender recorrendo a reforços de polícia que desembarcando de uma carrinha o puderam finalmente cercar e manietar, sempre contra a firme resposta de Iglésias que lutou ate ao fim contra a matilha assassina.

1973-02-23 - Esclarecimento da direcção da AE ISE - Movimento Estudantil

Esclarecimento da direcção da AE ISE
23.2.73

CONTRA AS MANOBRAS DE DIVISÃO
INTRODUÇÃO
Desde a vitória dos estudantes em Setembro que levou as autoridades a reabrir a AE, vários grupos ditos de colaboradores associativos começaram a assumir posições que pretendiam denegrir essa mesma vitória fazendo coro com o governo - gritando em conjunto que fora uma derrota ocasionada por uma traição com base em métodos antidemo­cráticos
Isso sucede porque ao longo de todo o processo de Maio a Setembro, tais grupos foram ficando sucessivamente para trás ultrapassados pela luta, pelos estudantes que os foram progressivamente des­mascarando e isolando (caso do "Estar na Luta") em todas as R.G.A.s e particularmente em Setembro. Durante esse processo houve um real salto qualitativo (para a frente) da parte dos estudantes que colocou um fosso entre eles e esses grupos que neste momento põem a sua esperança também num salto qualitativo (para trás).

1978-02-23 - Voz do Povo Nº 189 - UDP

EDITORIAL
A HORA É DE ACÇÃO E DE UNIDADE

"Que raio de altura para aderir ao PS — é uma ideia que não lembra ao diabo” — eis como ouvimos caracterizar a adesão do agrupamento Intervenção Socialista ao PS. Que terá levado esse conjunto de pessoas a aderir ao PS, exactamente quando esse partido está mais à direita que nunca? Em que táctica está inserida esta manobra? Será que ela se destina a dar, em certos sectores, uma imagem de esquerda ao PS? Essa bem pode ser uma das razões.
Cada vez mais desgastado, na base, pela sua constante política de cedências à direita, o PS tinha absoluta necessidade (para manter um certo ar de esquerda) de fazer uma jogada publicitária desta envergadura. Daí que se fale mesmo que a Intervenção Socialista iria formar a ala esquerda do PS. A ser assim, o facto assumiria a dimensão de uma tentativa de resposta à criação da UEDS. Mas uma tal manobra só tem sentido se for de facto verdade aquilo que Mário Soares insiste em não reconhecer: milhares de autênticos socialistas estão a abandonar o PS, desiludidos e descrentes na cúpula soarista.

1978-02-23 - folha CDS Nº 106 - CDS

106 folha CDS 23.11.78
JUVENTUDE CENTRISTA — APOSTA NO FUTURO

Juventude Centrista
1 — A Juventude Centrista, ao contrário das outras organizações juvenis, tem vindo, cada vez mais, a afirmar-se como a opção da juventude portuguesa. Mais do que um aglomerado de jovens aglutinados por razões conjunturais, a juventude centrista é, de facto, uma ideia, uma maneira de ser e de estar, uma forma de encarar o futuro, enfim, toda uma concepção de vida. Temos a certeza de que estamos no caminho certo. Vamos continuar!
2 — DE VITÓRIA EM VITÓRIA.
3 — CASTELO BRANCO — A Juventude Centrista ganhou as eleições em vários estabelecimentos de ensino do distrito de Castelo Branco nomeadamente no Ciclo Preparatório e na Escola Técnica de Proença a Nova, no Liceu Belmonte, na Escola Industrial e Comercial, na Escola do Magistério Primário e no Liceu de Castelo Branco e ainda na Escola Técnica da Covilhã.

1978-02-23 - Unidade Popular Nº 149 - PCP(ml)

Declaração do Secretariado do PCP(m-l) sobre a CDT

Unir sem sectarismos todos os sindicatos democráticos numa única central

1 — Foi anunciada em conferência de imprensa a constituição da CDT, iniciativa que, segundo os seus promotores, visa a criação de uma central sindical democrática. A formação de uma central sindical é há muito indicada pelo PCP(m-l) como uma necessidade da luta pela defesa dos interesses dos trabalhadores, pela independência nacional e a democracia contra o social-fascismo e o social-imperialismo russo. A constituição de uma central sindical democrática corresponde aos interesses da classe operária portuguesa.

1978-02-23 - QUE ENCONTRO NACIONAL DE TRABALHADORES-ESTUDANTES ESTÁ A SER PREPARADO? - FEML

QUE ENCONTRO NACIONAL DE TRABALHADORES-ESTUDANTES ESTÁ A SER PREPARADO?

COLEGAS:
Vai realizar-se no próximo dia 5 de Março um chamado "2º Encontro Nacional de Trabalhadores-Estudantes" promovido pela CGTP/IN.
A Célula da FEM-L no Liceu D. Pedro V fazendo-se interprete dos sentimentos democráticos da juventude estudantil e trabalhadora não poderia deixar passar em claro esta realização, quais os seus objectivos e a quem serve este "Encontro".
Da preparação por que está a passar tal "Encontro", leva-nos a concluir que ele não vai ser mais do que uma reunião de tudo o que se chama UJ"C"/P"C"P. Das escolas de Lisboa onde funcionam cursos para trabalhadores-estudantes e até ao momento em que escrevemos a Comissão Organizadora de tal "Encontro", realizou apenas uma sessão de esclarecimento, que foi precisamente no nosso Liceu, que devido a falta de propaganda teve a presença dos elementos do seu Partido. E, como era isso que eles pretendiam, vá de puxar dos impressos que deveriam ser preenchidos pelos delegados a eleger, e preencheram-nos eles próprios, a fim de participarem como "representantes legítimos" dos cerca de 400 trabalhadores-estudantes da nossa escola.

1978-02-23 - Luta Popular Nº 584 - PCTP/MRPP

EDITORIAL
POR TODO O LADO DESMASCARAR A TRAIÇÃO!

I
Um movimento grevista de certas proporções começa a tomar vulto. Nem os apelos balofos do Governo a «conciliação», nem as suas ameaças que constantemente sobem de tom, nem o nó da censura que se vai montando para minimizar a expressão de tais combates o podem ocultar. E a greve prolongada, no sector da construção civil, dos operários das Construções Técnicas na Aguieira e em Setúbal e a paralisação da Concital e Povoamar: é a greve na Sociedade Nacional de Sabões com um mês: as paralisações dos mineiros de Valongo o da Panasqueira, dos operários têxteis dos Têxteis de Mindelo, dos ferroviários da CP, dos operários da Lisnave e da Cabos d'Avila, dos trabalhadores do comércio e a ameaça da greve nacional dos professores, entre outras. O movimento grevista, a despeito da frenética acção de sabotagem por parte dos revisionistas, vai tomando forca, consistência, despertando a solidariedade da classe (vejam-se as moções das CT dos TLP Lisboa e dos operários do Metro) e tende a transformar-se numa corrente. Isso mesmo o deixa entrever a firmeza demonstrada pelos trabalhadores — contra, sempre contra, os boicotes social-fascistas — em algumas lutas prolongadas, a pressão e a exigência em vários pontos já formulada de passar das paralisações esporádicas para greves continuas.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

1978-02-22 - PARLAMENTO ASSOCIATIVO DO LICEU D. DINIS - Movimento Estudantil

PARLAMENTO ASSOCIATIVO DO LICEU D. DINIS

POR, UMA A.E. DEMOCRÁTICA
LUTA-UNIDADE-VITÓRIA
PELO ESTUDANTE DE TIPO NOVO, NUMA ESCOLA AO SERVIÇO DO POVO
LISTA F
ELEIÇÕES 6/7 MARÇO

MANIFESTO ELEITORAL

É da necessidade imperiosa que os estudantes têm de uma lista que congregue os seus sectores democráticos, e que una a sua disposição para a luta num caudal único e impetuoso, que surge a candidatura democrática da Lista F.
A lista F tem a consciência de que o Parlamento Associativo (PA), órgão a que se candidata, é uma estrutura que tem como finalidade a destruição da ampla democracia no seio dos estudantes, exercida através da Reunião Geral de Alunos; é uma estrutura que vai tomar decisões nas costas dos estudantes, decisões essas na base das negociatas de bastidores entre os partidos; o PA é ainda tuna estrutura que visa marginalizar os estudantes da resolução dos seus próprios problemas, é em suma, um órgão burocrático que tenta destruir o movimente associativo.

1978-02-22 - A Voz da Comenda Nº 27

EDITORIAL

Após um período de incerteza politica, a coisa resolveu-se, entramos num novo ano, com um novo governo já constituído, uma coligação P.S./C.D.S.
Esta mudança do bloco governativo, implica é evidente uma alteração profunda e mais marcada da linha de recuperação capitalista, traçada pelo lº governo constitucional.
Mário Soares, o tal, que não faria alianças nem à esquerda, nem à direita e nunca se aliaria ao C.D.S., por este ser o herdeiro do fascismo e da extrema direita legal (palavras do próprio Soares), foi enredado nas malhas da burguesia, que ainda desta vez é obrigada a servir-se dos seus préstimos, para reprimir e conter as lutas dos trabalhadores, por que a correlação de forças, e a combatividade da classe trabalhadora ainda não lhes permite afrontá-la directamente e necessita ainda, neste período para desenvolver a sua politica, dum politico com um mínimo de credibilidade, não só nacional como internacional, que é o caso de Mário Soares.

1978-02-22 - ML Informação Nº 16 - Série I - PCP-ml

O SPORTING VISITARÁ A CHINA EM JUNHO
A equipa de futebol do Sporting foi convidada pela Associação de Futebol da República Popular da China a visitar este país. O desporto é um óptimo meio de aproximar os povos, disse-se na conferência de imprensa da Associação Democrática de Amizade Portugal-China, entidade através da qual o convite foi transmitido. Foi afirmado ainda que, no futuro, outras equipas poderão visitar a China.

A PRÁTICA DO II GOVERNO SERÁ MAIS DECISIVA QUE O SEU PROGRAMA
À parte o carácter da maior ou menor ausência de medidas concretas que pode ser criticada no programa do governo aprovado na Assembleia da República, o que será decisivo é a sua capacidade prática e a firmeza política para recuperar a economia da crise em que Cunhal a mergulhou.

1978-02-22 - Europeu Nº 11

Comentário
PINÓQUIO E O GRILO FALANTE

Chocha e pouco fértil em dados, esta quinzena pouco espaço deixou à atenção crítica do jornalista político. E não só.
À falta de "grandes caixas", os jornais da grande informação tiveram de socorrer-se de acontecimentos laterais e, quanta vez, do empolamento desnecessário e ridículo dos factos de somenos importância.
Faremos assim um pouco de "ponto lógico" ao governo que aí está, fresquinho e recém legitimado à luz da Constituição. Ponto que se quer fazer servir, predominantemente, de base para o raciocínio do cidadão produtor na tempestade difícil que vamos apanhar de frente já na próxima curva.

1978-02-22 - REUNIÃO DE PROFESSORES REVOLUCIONÁRIOS - UDP

REUNIÃO DE PROFESSORES REVOLUCIONÁRIOS
Dia 22 Fev 78 - quarta-feira - 16H30
Sede UDP - R. da Bandeira, 175 - V. do Castelo

DOCUMENTO BASE  
1. Análise do Sector
2. Situação Sindical
3. PERSPECTIVAS DE INTERVENÇÃO

1. Somos mais de 100.000 professores encarregados da formação de 2 milhões de alunos, desde o Pré-primário ao Superior. De nós, só 30% não profissionalizados e 14% não possuem habilitação completa, sofrendo todos uma situação de inúmeros e graves problemas, que vão desde a instabilidade e falta de direitos elementares, até à ausência do um plano de valorização profissional e de participação na definição na política do Sector, cuja importância sabemos ser fundamental em qualquer sociedade, no campo ideológico-político e de desenvolvimento das capacidades técnico científicas e culturais de um povo.

1978-02-22 - Bandeira Vermelha Nº 110 - PCP(R)

EDITORIAL
A REALIZAÇÃO DA JORNADA DE LUTA NACIONAL E O EXEMPLO QUE VEM DA MADEIRA

Os esforços desenvolvidos pelos sectores revolucionários do movimento sindical e pelas forças revolucionárias e populares em geral conduziram à exigência duma jornada de luta nacional a uma fase nova, mais avançada e promissora. A preparação de realizações concretas que contribuam para levar finalmente a cabo a jornada de luta devem constituir preocupação de primeiro plano das organizações de trabalhadores, populares e revolucionárias.
Os militantes e simpatizantes do nosso Partido têm obrigação de se integrarem plenamente nestas acções e desenvolverem todos os esforços para que sejam bem sucedidas.

1978-02-22 - QUE ENCONTRO DE TRABALHADORES-ESTUDANTES PREPARA A CGTP/IN? - FEML

Federação dos Estudantes Marxistas - Leninistas 
Organização do PCTP/MRPP para a Juventude Comunista Estudantil

QUE ENCONTRO DE TRABALHADORES-ESTUDANTES PREPARA A CGTP/IN?

DECLARAÇÃO DA CÉLULA DA FEM-L NA ESC. COM. VEIGA BEIRÃO ACERCA DA REALIZAÇÃO DO CHAMADO ”2º ENCONTRO DE TRABALHADORES-ESTUDANTES”

Colegas:
Vai realizar-se no próximo dia 5 de Março um chamado "2º Encontro Nacional de Trabalhadores-Estudantes", promovido pela CGTP/IN. A célula da FEM-L na ECVB fazendo-se intérprete dos sentimentos democráticos da Juventude Estudantil e Trabalhadora não poderia deixar passar em claro esta realização, saber quais os seus objectivos e a quem serve este "Encontro".

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

1973-02-21 - APELO DE RECENSEAMENTO - Oposição Democrática

APELO DE RECENSEAMENTO

— Até 15 de Março ainda se pode recensear
— 1973 é um ano de Eleições para Deputados à Assembleia Nacional
— Para votar é necessário ter o seu nome nos Cadernos Eleitorais
— Dirija-se à sua Junta de Freguesia e INSCREVA-SE
O RECENSEAMENTO É UM PRIMEIRO PASSO PARA UMA POSSIBILIDADE DE PARTICIPAÇÃO NA VIDA PÚBLICA DO PAÍS
NÃO O DESPERDICE
Horário do Funcionamento das Juntas de Freguesia

1973-02-21 - Ombro a Ombro com o Povo da Guiné Vingaremos A. Cabral - MPAC- CLAC's