sexta-feira, 16 de novembro de 2018

1973-11-16 - TOMADA DA BASTILHA - Movimento Estudantil

TOMADA DA BASTILHA - 25/11/73

O  dia 25 do Novembro assinala a passagem duma data importante na história da Academia de Coimbra.
A A.A.C. em 1920 não comportava, por carência e inadaptação de instalações, as múltiplas actividades que desenvolvia, Na madrugada de 25 de Novembro um grupo de estudantes tomou o "Clube dos Lentes", essa arcaica instituição de "horas inúteis". A tal acontecimento que ficou na história da vida académica de Coimbra se chama "Tomada da Bastilha". Em 1920 os estudantes tinham um objectivo - obter instalações condignas para a A.A.C. e as justas pretensões não tinham sido ouvidas.
Na presente situação de encerramento da A.A.C., o dia 25 deve ser mais um passo no processo que levará à sua reabertura.

1973-11-00 - Defendamos JOÃO RESENDE! - UEC

Defendamos JOÃO RESENDE!
LUTEMOS PELA SUA IMEDIATA LIBERTAÇÃO!

JOÃO RESENDE, destacado dirigente estudantil nos últimos anos, desde há muito perseguido pelo fascismo, foi preso pela PIDE e está a ser violentamente torturado.

URGE ARRANCAR JOÃO RESENDE DAS MÃOS DOS TORTURADORES DA PIDE!
URGE ERGUER EM SUA DEFESA UM POTENTE MOVIMENTO DE SOLIDARIEDADE!
Estudante em Lisboa, Coimbra o Porto onde concluiu o curso em engenharia Químico-Industrial em 1967, JOÃO RESENDE foi sempre um firme defensor das reivindicações estudantis contra a política fascista.

1978-11-16 - O Povo de Guimarães Nº 038

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Círculo de Arte e Recreio
TRINTA E NOVE ANOS AO SERVIÇO DA CULTURA POPULAR
Texto de LUÍS CALDAS

Exibição de uma classe de música do C.A.R.
A dinâmica do associativismo em Guimarães é um fenómeno que ultrapassa de longe as meias palavras que poderiam justificar qualquer intróito à reportagem que resultou, na circunstância, da conferência de imprensa que a Direcção do Círculo de Arte e Recreio deu aos representantes dos órgãos da informação, nas instalações da sua sede social. Deixamos aos sociólogos o espaço para essa análise e reteremo-nos ao relato desse «bate-papo» que, na oportunidade, serviu para dar conta do Programa Geral das Comemorações do 39.° Aniversário desta importante colectividade, da actividade da sua Secção de Campismo e do trabalho desenvolvido pela Comissão de Fundos, numa longa troca de impressões que possibilitou um conhecimento aprofundado do trabalho cultural, desportivo e recreativo de uma das mais representativas colectividades populares da nossa terra.

1978-11-16 - O Comunista Nº 19 - PC(ml)P

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EDITORIAL
Nada de ilusões!
A CGTP não alterou a sua táctica de «não fazer ondas»

Quando as Uniões Sindicais e as cinturas industriais convocaram no passado dia 24 as paralisações de solidariedade com os trabalhadores da zona da Reforma Agrária, vítimas da ofensiva repressiva do MAP, certos sectores políticos, que se consideram anti-revisionistas, vieram louvar a atitude «positiva» daquelas estruturas, como se as provas de traição às lutas operárias fossem algo já do «passado», como se subitamente os operários devessem acreditar na disposição da CGTP em «intensificar as lutas» no sentido das reivindicações populares.
Contudo, tudo isto se passava poucas semanas depois dos dirigentes revisionistas tudo terem feito para suspender as formas de luta na Sorefame, greve operária que se havia destacado pela sua combatividade e determinação de vanguarda.

1978-11-16 - O Jovem Nº 06 - JC (ML)

O JOVEM
BOLETIM DAS JUVENTUDES COMUNISTAS MARXISTAS-LENINISTAS)
ANO II
Nº 6
16-11-1978

O NOVO ANO LECTIVO TORNOU A COMEÇAR MAL
Começou o novo ano lectivo. Milhares de jovem reentraram nas escolas e liceus, outros entraram pela primeira vez. São eles que fazem as escolas funcionar e é para eles que as escolas funcionam.
Mas será que as escolas funcionam mesmo? As deficiências dos anos anteriores parecem hereditárias: por exemplo, a colocação dos professores deu origem às confusões e atrasos de sempre, a superlotação das escolas e liceus continua a imperar, integrando as condições de ensino.

1978-11-16 - Luta Popular Nº 622 - PCTP/MRPP

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EDITORIAL
IV GOVERNO À PORTA: À PORTA GRANDES COMBATES DE CLASSE


I

Estão a chegar ao seu termo os conciliábulos e negociatas preparatórias da formação e tomada de posse do IV Governo. Nenhuma ilusão, se é que algum elemento do povo as tem, se deve alimentar acerca do que vai representar para as massas o ministério Mota Pinto. Sob a capa da «independência», do «apartidarismo» e da «competência» com que a burguesia já tinha revestido o III Governo, o seu sucessor prepara-se (sem qualquer espécie de alterações nem mesmo quase nas pessoas) para continuar e agravar drasticamente a política de reforço da ditadura do capital, de Intensificação do saque imperialista, de explorarão e repressão que o ministério Nobre da Costa discreta mas claramente iniciara.

1978-11-16 - folha CDS Nº 145 - CDS

145 folha CDS 16.11.78

Assim vão as coisas
  1. ELEIÇÕES EM ÉVORA – O CDS apresentou os seus candidatos – O CDS apresentou, em Évora, os seus candidatos à Câmara Municipal. Numa sessão que encheu o Teatro Garcia de Resende, estiveram presentes e usaram da palavra o Prof. Freitas do Amaral e o Dr. Lucas Pires. Eis alguns extractos das palavras que os dois dirigentes nacionais, por entre as mais vivas ovações, pronunciaram naquele Teatro da capital alentejana:

FREITAS DO AMARAL:
«ABSTENÇÃO É VOTO NOS COMUNISTAS»
«Aqui em Évora, o CDS, com a sua presença, quer afirmar bem alto que não deixará, seja qual for o preço, que o Alentejo seja transformado na Sibéria de Portugal», afirmou o Presidente do CDS.