domingo, 25 de fevereiro de 2018

1973-02-25 - APERFEIÇOEMOS OS NOSSOS MÉTODOS CONCRETOS DE TRABALHO - MPAC- CLAC's

APERFEIÇOEMOS OS NOSSOS MÉTODOS CONCRETOS DE TRABALHO

PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAÍSES POVOS E NAÇÕES OPRIMIDAS DO MUNDO: UNI-VOS!

GUERRA DO POVO A GUERRA COLONIAL-IMPERIALISTA!
Lancemos e organizemos, sob esta palavra de ordem, um vasto e vigoroso Movimento Popular Anti-Colonial, mobilizemos ousadamente as amplas massas do povo - operários, camponeses, soldados, estudantes e intelectuais revolucionários - numa poderosa frente de luta revolucionária contra o colonialismo português, que, em aliança e a soldo do imperialismo estrangeiro, oprime, humilha, explora, saqueia e assassina os heróicos, vitoriosos e inconvencíveis Povos irmãos das colónias!

1973-02-00 - Servir o Povo Nº 12 - I Série - UEC(ml)

LUTEMOS CONTRA A GUERRA COLONIAL

A luta contra a guerra é um problema que se levanta ao proletariado português, não só do ponto de vista dos seus interesses directos, como também do seu dever internacionalista para com os povos irmãos das colónias. Contudo, esta luta contra a guerra não pode ser concebida espontaneamente, sem uma base de organização capaz de empreender as acções de massas contra a guerra. Caso contrário, falar em lutar contra a guerra é apenas largar palavras ocas. A luta contra a guerra e o estado de organização do proletariado caminham par a par.
Em todas as guerras há que definir correctamente a estratégia e a táctica. Igualmente, na luta contra a guerra, há que definir correctamente a estratégia e a táctica do proletariado. Devemos rejeitar as reacções sentimentais à guerra e saber agir como revolucionários autênticos, devemos saber aproveitar todas as possibilidades de luta e não cairmos em posições radicais, devemos abrir as portas a uma ampla unidade anti-colonialista mas salvaguardar sempre as posições do proletariado.

1978-02-25 - Escolas Mao Tsé-tung - PCTP/MRPP

Escolas Mao Tsé-tung

notas explicativas do Volume V (I)

INTRODUÇÃO
No sentido de apoiar as Escolas Mao Tsé-tung no estudo do Volume V das Obras Escolhidas, nos iniciamos hoje a publicação de um conjunto de notas explicativas de certas expressões nele inseridas, que concerteza contribuirão para que o leitor menos conhecedor da historia da Revolução Chinesa e da obra e pensamento do Presidente Mao Tsé-tung possa melhorar os seus conhecimentos e aprofundar ainda mais o seu estudo.
A presente edição corresponde a uma tradução das notas explicativas publicadas nos números 1, 3 e 4, de Janeiro de 1978 do Pequim Informação, a que nós resolvemos alterar, nalguns casos, a ordem por que vinham escritas, por se adaptar melhor ao nosso país no de estudo. É nossa intenção continuar a traduzir e editar asno tas que porventura venham a ser publicadas nos próximos números, da mesma maneira que envidaremos esforços no sentido de elaborarmos nos próprios notas ou textos que possam ajudar as Escolas na sua árdua tarefa de estudar o Volume V e aprofundar e desenvolver o Movimento de Estudo em curso.

Porto, 25 de Fevereiro de 1978

1978-02-25 - O Comunista Nº 04 - PC (ml) P

EDITORIAL
FASCISMO NUNCA MAIS!
SOCIAL-FASCISMO TAMBÉM NÃO!

O repatriamento, na passada semana, dos corpos dos resistentes que faleceram no campo de concentração do Tarrafal deve ser, para os comunistas marxistas-leninistas e demais antifascis­tas autênticos, motivo, não só de homenagem aos que tombaram na luta pela liberdade, mas também de profunda reflexão.
De retirar da experiência da luta dos que por lá passaram as devidas lições e aplicá-las à situação que hoje vivemos, para que não voltem a haver Tarrafais no nosso país, para conjurar o perigo de instauração de uma nova ditadura terrorista do capital, fascista ou social-fascista.
É essa melhor homenagem que hoje se lhes pode prestar.

1978-02-00 - Boletim Povo Unido Nº 01 - FEPU


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1978-02-00 - Juventude Nº 30 - UJC

Editorial

Já antes aqui se disse que os jovens trabalhadores sabem, por experiência própria, o que significou a política de alianças à direita do Governo PS sozinho e as consequências na sua vida de trabalho, estudo e lazer. Por isso a juventude não apoiou tal política, nem tal governo; por isso se regozijou com a sua queda o esperou que a crise então aberta fosse solucionada de forma a que as mais prementes aspirações juvenis fossem defendidas e resolvidas.
Hoje há um governo, foi apresentado um programa e a juventude tem sérias incertezas quanto ao futuro. Cedendo às pressões da direita e do imperialismo, o PS enveredou por um caminho contrário aos interesses dos trabalhadores e da juventude, contrário à resolução da crise que o país defronta.

sábado, 24 de fevereiro de 2018

1973-02-00 - os colonialistas assassinaram o patriota guineense Amílcar Cabral - RPAC

os colonialistas assassinaram o patriota guineense Amílcar Cabral

AOS SOLDADOS E MARINHEIROS. A TODOS OS REVOLUCIONÁRIOS NA TROPA COLONIAL-FASCISTA!

Camaradas:
A 20 de Janeiro de 1973, em Conakry (Guiné), mercenários a soldo dos colonialistas portugueses assassinaram o patriota AMÍLCAR CABRAL, secretário-geral do PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINE E CABO-VERDE (PAIGC). Amílcar Cabral era o chefe da luta de libertação do glorioso povo da Guiné-Bissau, que de armas na mão combate há quase dez anos o colonialista odiado. A morte de Amílcar Cabral é mais um crime hediondo a inscrever na sanguinária galeria militar fascista do patife Spínola, que já em 22 de Novembro de 1970 ensaiara uma vil agressão à República da Guiné e há 5 anos comanda a guerra de massacre e barbárie que o colonialismo português desencadeia na Guiné-Bissau.

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