sexta-feira, 20 de abril de 2018

1973-04-20 - FOGO SOBRE O IMPERIALISMO! - MPAC


PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAÍSES, POVOS E NAÇÕES OPRIMIDAS DO MUNDO; UNI-VOS!

FOGO SOBRE O IMPERIALISMO!

FOGO SOBRE A BURGUESIA MONOPOLISTA E COLONIALISTA!
FOCO SOBRE A CAMARILHA IANQUI-MARCELISTA!
O 1º DE MAIO É DIA DE LUTA NA RUA!

Camaradas!
Aproxima-se a grande festa das massas operárias e populares do mundo inteiro. No 1º de Maio, elas celebram o seu despertar para uma vida consciente e nova, a sua aliança numa só união fraterna para lutar contra o imperialismo, o colonialismo e o neo-colonialismo e pela Liberdade, pela Independência nacional e pela fraternidade entre os Povos.

1978-04-20 - Perspectiva Nº 05 - Movimento Estudantil - AE Arquitectura


Editorial

Realizam-se nos próximos dias 20 e 21 de Abril as eleições para os órgãos dirigentes da Associação de Estudantes.
Num momento em que o balanço de um ano de actividade está já feito certamente, não só por nós mas também e particularmente, por todos os estudantes, pensamos que é chegado o momento de expor algumas ideias que nos parece oportuno ferir, e que a experiência passada nos aconselha.
Das listas que hora submetem à apreciação dos estudantes os seus programas e as intenções e preocupações que deverão nortear a acção de uma DA, uma obterá, sem dúvida o voto maioritário que entregará nas suas mãos a responsabilidade de nos próximos tempos assumir os destinos da AE e que será a expressão da confiança e do aval que nos seus elementos e ao seu programa os estudantes respectivamente, depositam e conferem.

1978-04-20 - O Povo de Guimarães Nº 008

Para ver todo o Documento Clik AQUI 
EDITORIAL
D. SEBASTIÃO MORREU
JOSÉ CRAVEIRO

Andam para aí gentes inquietas, baloiçadas ao ritmo incerto de incertos ventos, suspensas de incertas nuvens onde moram as dúvidas.
Não admira.
Com o positivo pão terreno, cheirando e sabendo ao suor da sua criação, deram-lhes os ideais avessas voltados para trás, para os passados que outros viveram; deram-lhes a soma habituação à esperança sorna de que outros se ocupem de pensar por nós (autoridade), de agir por nós (autoridade), e até de sofrer por nós (liberdade, a nossa).

1978-04-20 - INTRODUÇÃO - MES

INTRODUÇÃO

A Assembleia de Militantes da ORL será 5ª feira dia 25/5/78 pelas 15 horas. O local será designado posteriormente.
Nessa Assembleia em que participarão somente militantes, iremos debater não só a eleição da DORL mas a situação do Partido, fazendo um balanço do nosso trabalho e das perspectivas que se nos abrem.
   O atraso da saída dos textos, deve-se fundamentalmente à fraqueza do nosso aparelho técnico que está sem capacidade de responder às exigências. Neste conjunto de textos falta um dos assuntos que foi discutido na DORL e que se refere ao conjunto de objectivos imediatos que devem guiar a nossa acção.
Estes objectivos devem ser vistos à luz de uma perspectiva geral que a futura DORL deverá concretizar num plano de trabalho e que serão discutidas na Assembleia Regional.

1978-04-20 - MANIFESTO Comissão de Trabalhadores F.M.B.P.


F.M.B.P.
COMISSÃO DE TRABALHADORES

MANIFESTO
25 de ABRIL de 1974 - 25 de ABRIL de 1978

Trabalhadores:
Aproxima-se o dia em todos que todos os trabalhadores, todos os democratas, enfim, todos aqueles que anseiam um Portugal melhor, vão festejar a passagem do 4º aniversário da madrugada libertadora do 25 de Abril de 1974.
Foi nesse dia, que o glorioso movimento dos Capitães devolveu ao povo a dignidade humana, sempre negada, pelos Governos de Salazar e Caetano. É a partir dessa data, marco inesquecível da nossa história, que o Movimento das Forças Armadas em estreita ligação com as massas populares introduz significativas modificações nas estruturas caóticas, que 48 anos de fascismo nos deixaram.
Nacionalizaram-se sectores de importância vital da nossa economia, retirando-os das mãos e do controle dos sabotadores, como Champalimaud, Mellos, Espírito Santo, etc.
Levou-se à prática em muitas empresas, o controle operário, que permitiu aos trabalhadores de forma democrática e patriótica, impedir fraudes, boicotes e sabotagem por parte de patrões reaccionários apostados em sabotar, a economia nacional, de forma a por em riscos muitos postos de trabalho.
Foi liquidada uma grande parte de latifúndios, graças à acção conjunta dos assalariados rurais do proletariado rural, que apesar das ofensivas movidas pelos agrários e as forças que os apoiam, conduziram a Reforma Agrária, melhorando o seu nível de vida e aumentando a produção agrícola de forma, espectacular.
Procedeu-se à descolonização, acabando com a guerra colonial que durante muitos anos enlutou tantas famílias e reduziu as capacidades físicas de um grande número de filhos do nosso povo.
Foram libertados todos aqueles que nas masmorras da PIDE-DGS sentiam o peso da tortura, só porque lutavam contra as arbitrariedades praticadas pelo regime fascista.
Decorridos 4 anos, os trabalhadores e o povo português têm demonstrado no dia a dia, a sua determinação em defender todas as conquistaras adquiridas depois do 25 de Abril.
É pois, no momento em que as forças reaccionárias caluniam o 25 de Abril e por seu intermédio as instituições democráticas, que nós trabalhadores, independentemente das nossas opções partidárias, devemos dar as mãos e dizer:
VIVA O 25 DE ABRIL!
25 DE ABRIL SEMPRE!

A Comissão de Trabalhadores

Transcreve-se a seguir o manifesto aprovado pelo Secretariado das C.Ts. dos E.F.F.A. em reunião realizada no dia 18.4.78 sobre as comemorações do 25 de Abril e 1º. de Maio.
"Qualquer trabalhador deste País, com ou sem opção partidária, sente neste momento o brutal agravamento do custo de vida. Cada um de nós, homens e mulheres que governam uma casa, tem consciência das condições que a actual política dita às classes trabalhadoras."
Face à actual situação sócio-política e económica do País, as classes trabalhadoras deverão unir-se ainda mais, organizando-se numa força consciente e coesa que diga claramente não à actual política.
Assim, o Secretariado das Comissões de Trabalhadores dos EFFA's, não podendo deixar passar despercebidas as datas de 25 de Abril e 1º. de Maio, datas que são um marco glorioso na nossa História manchada pela longa noite fascista, alerta todos os Trabalhadores para as manobras tendentes ao regresso a esse passado de obscurantismo, perseguição e fome.
O Secretariado das CT's dos EFFA's convoca todos os seus Trabalhadores para as grandiosas comemorações do 25 de Abril e do 1º. de Maio, consciente de que só UNIDOS E ORGANIZADOS VENCEREMOS:

VIVA O 25 DE ABRIL!
VIVA O 1º DE MAIO!
25 DE ABRIL SEMPRE!

Lisboa 20 de Abril de 1978
A COMISSÃO DE TRABALHADORES



1978-04-20 - Luta Popular Nº 592 - PCTP/MRPP



Em vésperas de celebrações oficias do 4.º aniversário do golpe militar de 25 de Abril, o ambiente murcho, mais ou menos fúnebre, burocrático-militar, com que o poder se prepara para assinalar a efeméride e muito especialmente, a maciça indiferença e desilusão com que as massas a vão ver passar são dois expressivos sintomas do verdadeiro papel que a quartelada abrilista desempenhou no desenvolvimento da revolução em Portugal
Para a classe dominante no seu conjunto o golpe do 25 de Abril já desempenhou e praticamente esgotou o seu papel. Há que anualmente, agora ir assinando o ponto com a festazinha ritual, ao jeito de a burguesia francesa celebrar a tomada da Bastilha. Em 1974, quando o movimento revolucionário do proletariado e do povo português, em estreita aliança com a luta armada de libertação nacional dos povos irmãos das colónias, se erguia em poderosa e destruidora vaga contra a ditadura colonial-fascista da camarilha marcelista: quando todos os expedientes e farsas eleitoralengas montadas de compadrio com os revisionistas em 69 e 73 tinham sido varridas pela impetuosidade do movimento operário e popular, crescentemente influenciado e dirigido pelos verdadeiros comunistas do MRPP; quando todos os amortecedores e forças de colaboração com o fascismo, com o P«C»P à cabeça, tinham visto os seus esforços baldados pela radicalização da luta e eram por ela atropelados — a contra-revolução como um todo, imperialistas e social-imperialistas de mãos dadas, resolveram recorrer aos «grandes meios» de «salvação nacional» para preservar a ditadura do capital e livrá-la da destruição e da derrota pela luta revolucionária das massas.

1978-04-20 - folha CDS Nº 114 - CDS


114 folha CDS 20.4.78

Assembleia da República
  1. PATRIOTISMO E DETERMINAÇÃO — Foi a tónica da intervenção de Basílio Horta que se afirmou convicto de que o «povo português saberá desmascarar os responsáveis pela situação a que o País chegou» e, em relação às medidas tomadas para a reconstrução nacional, disse «no Governo preferimos enfrentar hoje a incompreensão de alguns do que ser acusados de não termos sabido defender a independência nacional e com ela o futuro do povo português».