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quarta-feira, 5 de abril de 2017

1977-04-05 - Resoluções sobre as nossas Tarefas no 3º período lectivo - FEML

Federação dos Estudantes Marxistas-Leninistas Organização do PCTP/MRPP para a Juventude Comunista Estudantil

unamo-nos para maiores vitórias!

Resoluções sobre as nossas Tarefas no 3º período lectivo
abril-maio

II PLENUM
DO COMITÉ ESTRELA VERMELHA RIBEIRO SANTOS
COMITÉ CENTRAL DA FEM-L
5 de Abril de 1977

DOCUMENTO N° 1
COMUNICADO FINAL

O II Plenum do Comité Central da FEM-L realizado no dia 5 de Abril de 1977 procedeu a um vivo e profícuo debate sobre o balanço da sua actividade, aprovando por unanimidade o relatório de actividade do Comité Central da FEM-L, apresentado pelo seu Secretário, e discutindo profundamente todos os relatórios das regiões e departamentos.
O Comité Central da FEM-L reafirma a sua determinação em aprofundar o movimento de massa, de crítica, de denúncia e de repúdio da linha e da pandilha do renegado e traidor Crespo —; movimento este que constitui a tarefa ideológica e política do nosso Partido e da nossa Federação. O Comité Central da FEM-L abordou ainda com profundidade as três grandes campanhas que consubstanciam as tarefas da edificação e da ofensiva política do Partido: a campanha de adesão, campanha da direcção da luta de massas e a campanha da organização.
O II Plenum do Comité Central da FEM-L, estima que a situação é excelente, que as condições objectivas nas escolas são melhores que nunca, que as massas se preparam para lutar, e que, se corrigirmos alguns erros e aplicarmos as tarefas definidas, alcançaremos vitórias relevantes no movimento de massas, o inimigo será mais isolado, criaremos as condições para encabeçar o novo auge do movimento de massas que indesmentivelmente vai suceder aos combates de fronteira que se têm travado e que o pronúncias
Sendo o movimento associativo o aspecto principal do nosso trabalho de massas, na fase actual, o II Plenum dedicou-lhe uma atenção muito particular e aprovou a resolução sobre as nossas tarefas neste domínio.
À luz da linha geral revolucionaria proletária o II Plenum definiu o seu plano de acção para o início do 3º período lectivo, e aprovou as Resoluções especificas que constituem a aplicação ao espaço de tempo referido, do Plano da Ofensiva Política da FEM-L
O   II Plenum chama todos os quadros, activistas e simpatizantes da nossa Federação a empenhar-se nas suas tarefas com entusiasmo redobrado de forma a alcançarmos os objectivos que nos propomos.
VIVA A OFENSIVA POLÍTICA DA FEM-L!

DOCUMENTO Nº 2
- RESOLUÇÃO - O COLECTIVO DE QUADROS DO ENSINO SUPERIOR
O Congresso Nacional da FEM-L aprovou um conjunto de realizações, entre as quais se engloba o Colectivo de Quadros do Ensino Superior da FEM-L, que o Comité Permanente do Comité Central decidiu marcar para o dia 12 de Abril em Coimbra.
Esta realização reveste-se do um significado bastante grande e ele constituirá sem dúvida um grande passo em frente no desenvolvimento do nosso trabalho no Ensino Superior.
Este colectivo que contará com a presença de camaradas de todas as universidades que existem no país, será sem dúvida uma realização de grande importância para o desenvolvimento do nosso trabalho neste sector de ensino, não só neste ano lectivo, mas essencialmente a partir do próximo ano.
É essencial que os quadros do Ensino Superior aprofundem o estudo dos problemas que se colocam às massas nas suas escolas, qual o conteúdo do ensino aí ministrado o todos os aspectos a ele relativos e se preparou assim para participar activamente na discussão dos diversos grupos de trabalho.
Os camaradas do Ensino Secundário devem igualmente dar todo o seu apoio a esta realização naquilo que lhes for possível o acima de tudo aprofundar o conhecimento dos problemas das massas não só do Ensino Secundário como também do Ensino Superior, tendo em conta que os estudantes comunistas são primeiro que tudo colunistas e devem conhecer com profundidade tudo o que diga respeito, a vida das massas e ao Povo.
A preparação cuidada deste Colectivo é uma tarefa a que temos que meter mãos, para que ele constitua uma grande vitória da nossa Federação, para que se aprofunde a crítica ao revisionismo, ao neo-revisionismo e a toda a espécie de oportunismo e para que se lan­cem com firmeza os fundamentos da Cultura Nova e da Escola Democrática e Popular, colocando a Universidade ao serviço do Povo.
O II Plenum do Comité Central da FEM-L apela à mobilização de todos os quadros, simpatizantes e aderentes no sentido de que o Colectivo arme todas as nossas forças para a intervenção no movimento de massas do Ensino Superior.
O II Plenum do Comité Central da FEM-L decidiu ainda endereçar convites a alguns professores democratas para participarem nos nossos trabalhos.
O nosso Colectivo subdividir-se-á nos seguintes grupos de trabalho, sondo que sobre cada um deles será apresentado um documento;
LETRAS
DIREITO
ECONOMIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
ENGENHARIA, CIÊNCIAS E TECNOLOGIA
UNIVERSIDADES NOVAS
O Colectivo de Quadros do Ensino Superior da FEM-L terá a seguinte ordem de trabalhos:
0 - Abertura
1 - Informe sobre as nossas tarefas no Ensino Superior
2 - Discussão das resoluções específicas
3 - Aprovação das resoluções específicas
4 - Encerramento
VIVA O COLECTIVO DE QUADROS DO ENSINO SUPERIOR DA FEM-L!
VIVA A OFENSIVA POLITICA DA FEM-L!
VIVA A FEM-L!
VIVA O PCTP!

DOCUMENTO Nº 3
- RESOLUÇÃO - 1º DE MAIO VERMELHO
O 1º de Maio é una batalha política de grande envergadura face a qual todas as classes e todos os partidos, apenas representam, tomam posição. O II Plenum do Comité Central da FEM-L ao abordar a realização do 1º de Maio Vermelho, como jornada proletária de luta, de unidade e de vitória, contra as forças os 1º de Maio amarelos de revisionistas e neo-revisionistas e de todos os partidos traidores decide:
Empenhar-se a fundo nos preparativos do 1º de Maio Vermelho, mobilizando todos os quadros, activistas e simpatizantes da FEM-L para esta jornada da classe operária.
2º Organizar um conjunto de realizações culturais, recreativas, desportivas, etc., com base nos órgãos das massas dirigidas pela nossa Federação, em todos os locais onde o nosso Partido vai promover o 1º de Maio Vermelho, incluindo-o no seu Programa.
3º Apelar a uma agitação local, ampla, profunda e variada, iniciando-se desde já e ligando-se às questões mais sensíveis no Movimento de Massas de Estudantes e à solução operária para a crise.
4º Alertar todos os organismos da FEM-L para começarem a organizar e a resolver os problemas e encargos financeiros que as realizações do 1º de Maio exigem. Estes problemas e encargos, têm uma solução política, e em torno delas trava-se já e agudizar-se-á uma luta entre as duas linhas, onde será demarcada a linha que quer um 1º de Maio digno da classe operária, da linha capitulacionistas e liquidacionista que pretende negar o carácter de classe das comemorações que o nosso Partido promove.
5º Advertir para o facto de que o 1º de Maio Vermelho se prepara na luta, como todas as realizações promovidas pelo nosso Partido, no dia mundial dos trabalhadores, inegavelmente o têm provado desde a fundação do MRPP. Manter todas as forças em tensão, é o princípio justo que devemos observar firmemente. Preparar o 1º de Maio Vermelho, significa ainda desbaratar as manobras das comemorações do 25 de Abril, em que revisionistas e neo-revisionistas se empenham, com um vasto plano para as escolas. Devemos denunciar o que tem sido esta "Revolução” cujas "flores" há muito o povo descobriu que se não transformam em pão, mas na fome, na miséria e no desemprego. Exposições, debates, uma propaganda de denúncia sistemática deve estar nos nossos planos e programas.
6º Reforçar o apelo para que a nossa Federação mergulhe profundamente nas massas, ouse confiar na sua energia ilimitada, fazendo do 1º de Maio vermelho um grande passo em frente na campanha de adesão ao Partido e na organização das nossas próprias fileiras.
VIVA O 1º DE MAIO VERMELHO!

DOCUMENTO Nº 4
- RESOLUÇÃO - A CONFERÊNCIA SINDICAL DO PARTIDO
O 11 Plenum do Comité Central da FEM-L conclama todos os quadros a manter todas as suas forças as tensão no apoio e na mobilização para a Iª Conferência Sindical do Partido, nesta fase final dos seus preparativos,
A propaganda e a agitação da Conferência Sindical deve enraizar nas massas a ideia precisa de que o estado-maior da classe operária, que é o nosso Partido, se prepara para os combates que, sem dúvida, vão irromper com a força da avalanche, contra a política anti-popular do Governo e a traição revisionista e neo-revisionista.
Preparar a Conferencia Sindica] significa torná-la como uma tarefa de toda a nossa Federação, propagandeá-la com grande vivacidade, ousadia e confiança, significa ainda estudar a fundo o “Manifesto Sindical" e extrair dele todas as lições preciosas para o trabalho de massas dos comunistas, e, também, para a actividade da nossa Federação junto das Associações de Estudantes.
Os delegados da nossa Federação são os vectores dos ensinamentos colhidos junto dos quadros, e também os portadores das experiências do trabalho dos estudantes comunistas junto da Conferência pelo que se deve preparar cuidadosamente, devendo todas as células fazer o balanço do seu trabalho associativo.
VIVA A CONFERÊNCIA SINDICAL DO PARTIDO!

DOCUMENTO Nº 5
     - RESOLUÇÃO – A CAMPANHA DA AMIZADE PORTUGAL - CHINA
O Comité Central da FEM-L reunido no dia 5 de Abril de 1977 eu Reunião Plenária, cumprindo uma resolução do I Congresso Nacional, e sob proposta do Departamento da Juventude do Comité Central do PCTP, decidiu programar a Campanha da Amizade Portugal-China para a parte final do 3º período lectivo.
Tal decisão corresponde ao firme propósito do nosso Partido em reforçar os laços da amizade fraterna entre o Povo Português e o Povo Chinês e em combater implacavelmente todos os ataques, calúnias e manobras movidos por todos os sectores da burguesia à luta de ambos os Povos.
Tem esta Campanha o objectivo de combater a cultura imperialista e social-imperialista divulgada em doses massiças pelos dois centros da contra-revolução visando corromper e minar a consciência do nosso Povo e em especial da nossa juventude.
Tem ainda o objectivo de aprofundar o esmagamento e destruição da canalha neo-revisionista.
Esta Campanha deve ser plena de vigor, mostrando ao Povo quem são os verdadeiros amigos da China, lançando um ataque sem peias aos neo-revisionistas, desmascarando-os, e fazer ver ao Povo que eles são falsos amigos do Povo Chinês.
A Campanha deve constituir uma grande manifestação da vitalidade do nosso Partido e da nossa Federação na mobilização das massas, e será concentrada, na sua fase inicial em quatro centros estudantis importantes, Lisboa, Porto, Coimbra e Faro, onde permanecerão rotativamente o grosso das realizações durante uma semana. Esta fase correspondera às últimas semanas de aulas. Paralelamente esse período deverá ser acompanhado por outras realizações de menor envergadura nos outros centros da organização, mas sem que isso possa levar à dispersão de forças, já que estas devem estar centradas nas realizações centrais.
Durante o período de férias escolares a campanha devera prosseguir nas zonas rurais onde deverá servir de pioneira ao trabalho do Partido, não excluindo a hipótese de ser levada a efeito em outros locais e períodos de maiores concentrações camponesas como seja certas feiras e festas populares.
À luz do projecto do Departamento da Juventude do Partido, a FEM-L está disposta a cumprir as tarefas que lhe cabem sob a direcção do Partido na comissão que será constituída e que integrara algumas organizações de massas como a AAP-C, etc.
Rara que a campanha seja levada à pratica com sucesso, o Comité Central da FEM-L apela a todos os quadros e a todas as organizações da Federação que se mobilizem intensamente planeando desde já as realizações referidas e dando todas as sugestões que se juntem às realizações previstas de projecção de filmes, de uma feira do livro marxista, de exposições e debates que farão parte integrante da campanha.
Devemos mobilizar-nos intensamente e fazer desta campanha uma realização digna da nossa Federação, do seu Congresso, merecedora do apoio do Partido e do Povo, e fiel aos sentimentos de amizade militante dos comunistas para com a República Popular da China, o Partido do Comunista e o grande Povo chinês.
VIVA A CAMPANHA DA AMIZADE PORTUGAL-CHINA!

DOCUMENTO Nº 6
- RESOLUÇÃO - LUTA POPULAR
O II Plenum do Comité Central da FEM-L, realizado no dia 5 de Abril de 1977, saúda vivamente, a saída do Luta Popular semanal. O II Plenum, analisou e discutiu profundamente, a passagem do Luta Popular diário a semanal, certo de que a situação que se nos impõe neste momento, através dos ataques de toda a burguesia, desde fascistas a social-fascistas contra o nosso Partido e o seu órgão central, não devêm ficar sem a firme resposta por parte dos comunistas e que a consolidação do jornal semanal é um passo para a reconquista do Diário.
A nossa Federação, e todos os nossos camaradas, devem dar uma especial atenção às tarefas que se nos põem quanto ao nosso órgão Central, tomando as medidas políticas, e de organização necessárias de modo a que os objectivos a que nos comprometemos sejas escrupulosamente cumpridos.
É uma tarefa de cada militante e da nossa Federação, levar o jornal, às amplas massas do Povo, ampliando a venda militante, e levando-o a todas as escolas do nosso país, consolidando aí as nossas redes e desenvolvendo-as de uma forma ampla.
No II Plenum do Comité Central, as regiões da nossa Federação comprometeram-se a vender contingentes de jornais determinados.
O II Plenum do Comité Central estima que as regiões da nossa Federação cumpram escrupulosamente os objectivos a que se propuseras em relação ao Partido; Devemos compreender que um jornal apenas que fique por vender ou pagar, significa a não saída do Luta Popular, pois não é pela sua periodicidade que o inimigo, vai deixar de tentar desferir os seus ataques.
Há que travar uma luta ideológica acesa nas células, estabelecer planos concretos e correctos, para a venda militante, para as redes por escola, desenvolver amplamente a campanha dos assinantes, dar grande atenção à contabilidade do dinheiro do jornal, e enviar regularmente a correspondência.
É com a firme disposição de cumprir cabalmente os objectivos traçados, que se encontra a maioria dos nossos quadros, há no entanto que travar uma luta dura de classes; é com esse espírito que devemos ousar lutar para vencer.
VIVA O LUTA POPULAR!
VIVA O PCTP!
VIVA A FEM-L!

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