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sábado, 29 de abril de 2017

1972-04-29 - Improp Nº 11 - III Série - Movimento Estudantil

Improp 11
INFORMATIVAS (suplemento)
associação dos estudantes da faculdade de ciências de lisboa

alguns esclarecimentos…
Sobre a expulsão de RIA dum elemento PROVOCADOR

Neste momento deparam-se aos estudantes de Ciências diversos problemas como seja o caso de inquéritos em curso, convocatórias para interrogatórios relacionados com o inquérito do CE, indícios de processos disciplinares, denuncias falsas feitas pelo Romeu e Passos Coelho à Judiciária, processo de faltas, época de Outubro etc., os quais necessitam neste momento de, uma resposta da parte de todos os estudantes da Faculdade.
A questão que se vai tratar a seguir, embora tendo a sua importância, não merece neste momento, de facto, o relevo que lhe vai ser dado. Se lhe é dado um relevo bastante grande neste momento isso, deve-se pura e simplesmente ao facto de terem sido postos a circular comunicados falsos e difamatórios entre os quais um da direcção da CPA de Medicina e outro da Direcção da CPA (comissão pró-associação) de Letras.
Sobre os acontecimentos da última RIA Os estudantes por terem problemas comuns sentam necessidade de se organizar e unir para a resolução desses problemas. A RIA (Reunião Inter associações) é o local onde os dirigentes do Movimento Associativo (de acordo com as posições defendias pelos estudantes das respectivas Escolas) decidem das formas de conduzir as lutas dos estudantes de Lisboa.
Costumam-se expressar em RIA orientações diferentes para o trabalho associativo. Isto não é à priori mal nenhum para o Movimento visto que os estudantes à medida que vão lutando colhem ensinamentos dessas lutas que lhes permitem ver quais as orientações correctas e como corrigir os erros cometidos.
Existem, no entanto, dirigentes no seio do movimento associativo, que quer por não conseguirem rebater as orientações que lhes são opostas quer palas lutas travadas irem demonstrando progressivamente que as suas concepções são erradas, utilizam métodos oportunistas caluniando e mentindo descaradamente acerca dos dirigentes e das lutas dos dirigentes e lutas dos estudantes das suas escolas tentando através destes métodos desacreditar junto dos estudantes menos informados esses dirigentes o as orientações por eles defendidas.
A orientação que a direcção de Ciências tem defendido em RIA (de acordo com o programa federativo discutido e aprovado quando da sua eleição) tem no seu essencial vindo a comprovar-se correcta.    
Um dos alvos dos dirigentes oportunistas tem sido a direcção de ciências. Assim já no ano passado circulavam diversos boatos e informações falsas sobre a luta dos estudantes desta faculdade. Também à pide não é indiferente a mobilização dentro das escolas e por isso no altura de Maio-Junho pôs a circular nas diversas escolas de Lisboa provocações acerca do desaparecimento da direcção, vindo desacreditar a mesma tentando isolá-la dos estudantes que firmemente a vinham apoiando através das mais variadas formas de luta.
Estes boatos, foram ajudados a circular por dirigentes oportunistas que não se importam de utilizar os métodos mais sujos que se possam imaginar desde que com isso consigam os seus fins, isto é, ir impondo orientações que de outra forma não conseguiriam sobreviver no seio do movimento associativo.
A direcção de Ciências foi informada que um dirigente de Medicina. (José Manuel Jara) havia dito a um estudante da nossa escola à frente de outros estudantes o seguinte:
"Que a direcção de Ciências (em Maio-Junho) se havia, demitido da luta, e recolhido ao leito" (sic). O estudante em causa sentindo-se lesado por esta afirmação reagiu prontamente desmascarando isto como uma provocação dirigida a todos os estudantes de Ciências que haviam aprovado em R.G.A. o comportamento da direcção.
Soube depois também a direcção que o mesmo individuo havia dito o seguinte a uma colaboradora de Medicina a propósito de um panfleto de uma organização clandestina: - "Já mostraste isto a "fulano tal" (um dirigente da Associação de Ciências). Responde-lhe a colega: "Não. Porque haveria de mostrar? ".Diz-lhe o Jara em tom de chacota: "Ah! é que parece que ele não gosta nada desses tipos" (referindo-se à tal organização política clandestina).
A direcção de Ciências quando, conjuntamente com os colaboradores, decidiu afastar-se da Faculdade; fê-lo porque na altura lhe eram movidas perseguições anti-associativas (que iam desde buscas a casa, mandatos de captura, residência vigiada, etc). Pelos dados que na altura se vieram a conhecer se não se tivesse afastado só lhe poderia ter acontecido uma coisa: ir para o forte de Caxias. Ora, dado que nos encontrávamos no início das férias grandes que iriam durar 4 longos meses, os estudantes, caso a Direcção viesse a ser presa, não poderiam ripostar à repressão governamental com as forças, de luta adequadas uma vez que ficariam desmobilizados (a curto prazo) porque fora dos seus locais normais de trabalho. Sendo assim a prisão da Direcção não beneficiaria em nada o movimento pois os estudantes não poderiam responder à letra à ofensiva do Governo.
Foi isto que os colaboradores e a Direcção viram na altura o que os levou a decidir o afastamento da Direcção até que houvesse estudantes com continuidade na Faculdade, isto é, o início do 1° período. Assim a direcção reapareceu numa Reunião Geral de Alunos, logo que as aulas se iniciaram, onde expôs a sua posição aos estudantes que não só concordaram unanimemente com ela como a reelegeram no seu cargo.
Face a isto a afirmação do Jara assume uma natureza claramente difamatória e provocatória. Isto porque?
O Jara ao afirmar que a Direcção havia “recolhido ao leito”, etc., não faz mais que tentar através da calúnia e da mentira descarada tentar desacreditar a Direcção junto da grande massa estudantil, tentando através destes métodos porcos e oportunistas conseguir aquilo que através da argumentação a através da experiência prática de luta não consegue fazer, ou seja, derrotar a orientação defendida pela Direcção de Ciências.
Todos os estudantes sabem que o Governo quando mandou encerrar a Associação emitiu um comunicado em que dizia que esta havia sido encerrada porque se dedicava a actividades subversivas, e para o comprovar afirmava que no interior da AE haviam sido encontrados 700 Kg de propaganda subversiva.
Para dar uma imagem mais real acerca daquilo que afirmava a Pide pôs a circular no seio dos estudantes boatos afirmando que a Direcção havia fugido para o estrangeiro. Pretendia assim dar a imagem duma Direcção sindical em fuga comprometida pelas ditas actividades subversivas.
Aliás este é um velho "argumento" empregue frequentemente pelo Governo que tenta assim convencer a massa estudantil que os seus dirigentes não são pessoas que defendem as posições assumidas democraticamente pelos estudantes, mas sim indivíduos manobrados e pagos por organismos clandestinos.
O Jara ao fazer aquela afirmação em relação ao colaborador de Ciências mais não faz que continuar o jogo provocatório do Governo e dos pides com a agravante de fazer insinuações acerca das posições dum colaborador em relação a uma dada organização política.
Tendo em conta estas questões, Ciências apresentou na Reunião Inter Associações um ponto prévio sobre estas provocações tendo sido aprovada a seguinte proposta:
Considerando
1 - que as afirmações do Jara já citadas são provocações ao movimento associativo, que têm por objectivo o mesmo que a Pide pretende, ou seja, desacreditar a Direcção, os colaboradores de Ciências junto dos estudantes e enfraquecer o movimento.
2 - que as afirmações sobre as opiniões que um colaborador de Ciências teria sobre uma organização politica são uma provocação idêntica às que a Pide faz.
3 - Considerando ainda que o movimento não pode progredir enquanto admitir provocadores pidescos no seu seio,

A REUNIÃO INTER-ASSOCIAÇÕES DE LISBOA, decide:
1 - Considerar o Jara um provocador e expulsá-lo de RIA
2 - que se forme uma comissão da RIA para ir às reuniões de Medicina esclarecer este assunto junto dos estudantes
3 - que se elabore um comunicado federativo sobre esta questão e que Ciências participe na sua elaboração.

   Sobre um comunicado falso, demagógico, e altamente mistificador
A direcção da pró associação de Medicina fez sair um comunicado convocando uma Assembleia Geral, intitulada "José Manuel Jara, membro da direcção da CPA de Medicina, barbaramente espancado, ontem à noite em RIA.”
Este comunicado, que veio preparar cuidadosamente o ambiente que decorreu a tal Assembleia, contém afirmações falsas, é completamente tendencioso e o seu teor descaradamente demagógico.
Em vez de informar os estudantes acerca da proposta aprovada em RIA e das razoes que levaram a RIA a tomar tais posições, limitava-se antes a dar o máximo relevo a uma questão de carácter particular, quando um colaborador de Ciências "o colaborador mais directamente afectado" no seu legitimo direito de pessoa atingida havia resolvido dar uma tareia ao provocador.
Apelava assim para o choradinho do "coitadinho do dirigente barbaramente agredido e com o lábio arrebentado" esquecendo-se de focar que a questão da porrada era, uma questão particular com a qual o movimento associativo nada tinha a ver. Além disso o tal comunicado afirmava que haviam sido "30 ou 40 gangsters" a agredir o dirigente; quando na realidade foi um e um só colaborador a ir agredir o Jara. E se numa dada altura houve mais que uma pessoa a intervir na pancada isso deveu-se pura e simplesmente ao facto do dirigentes do Industrial e de Medicina, que nada tinham a ver com a questão, terem tentado intrometer-se o que provocou a reacção imediata de estudantes não só de Ciências mas também de outras escolas. Aliás, este comunicado aproveita-se do facto de dois colaboradores, que dentro de uma perspectiva associativa sempre têm tido um comportamento correcto, haverem intervido na porrada para os acusar de anti-associativos.
Ao mesmo tempo o comunicado tenta criar uma imagem de tortura contínua a qual, teria sido sujeito o Jara "segundo o comunicado, durante mais do uma hora e por 30 ou 40 indivíduos quando na realidade nada disso, aconteceu. E para confundir as pessoas mete pelo meio a questão de um dirigente da Industrial e de dois outros elementos da Direcção de Medicina que, segundo o comunicado nas suas tentativas continuas para impedir que batessem no Jara teriam, sido agredidos.
Quanto às agressões contínuas por 30 ou 40 indivíduos durante 1 hora isto é totalmente falso. Em relação às tais agressões em que intervieram pessoas sem serem o Jara e o dirigente de Ciências foi aquela a que nos referimos atrás quando os dirigentes de Medicina e Industrial se meteram numa questão com a qual nada tinham a ver.
Faz ainda o comunicado alusão a "ditos” dos "agressores": as únicas afirmações feitas pelas pessoas a quem o assunto da pancada dizia respeito eram do posteriormente a CPA de Letras fez sair um boletim no qual repetia as mesmas afirmações que o comunicado de Medicina com o seguinte teor: "tornas a fazer provocações e tornas a levar", sendo totalmente falso que se tenham verificado exigências de "confissões” etc.. É fácil de depreender o sentido demagógico que se pretende extrair das frases que são inventadas nesse comunicado.
As AAEE vêm-se obrigadas a referir estes dados apenas devido à utilização demagógica e tendenciosa que deles foi feita, misturando-os com a decisão de RIA, pois senão nada teriam que referir sobre um assunto que não é da sua competência
Há ainda a referir uma frase inserida nesse comunicado: que seria errado neste momento tratar desta questão" (num momento repressivo em que todas as Direcções. E se deviam unir para fazer face à escalada governamental de sufocação das AAEE)
A Direcção de Medicina esquece duas coisas:
1 -  Não era contra o movimento de Medicina nem contra a Direcção da CPA de Medicina que a acusação de provocação era dirigida mas sim em relação ao provocador JARA. Se assim não sucedesse Ciências teria proposto não a expulsão do JARA mas sim a da Direcção.
2 -  que a unidade na luta contra a repressão não engloba a unidade com os el£ mentos provocadores.
3 - Esquece que a provocação dirigida a Ciências está perfeitamente enquadra da naquilo que nesse comunicado se afirma por "escalada governamental de sufocação das AAEE”.
Quanto à questão da proposta aprovada em RIA ela não só muito curiosamente não é divulgada (limitando-se o comunicado a focar a expulsão do JARA) como se diz que esta expulsão foi baseada em dados falsos: só não se diz quais são nem porque o são. (o sublinhado do falsos não é nosso)
(capítulo transcrito do comunicado federativo n° 5) aprovado na RIA de 28 de Abril de 1972
A Assembleia Geral da CPA de Medicina
(25 de Abril de 1972)

Por decisão de RIA, vários colaboradores de outras escolas compareceram na Assembleia Geral de Medicina, para dar informações do que se estava a passar.
No ponto do informações, o Jara assumindo uma posição de vítima, pretendeu criar um clima emotivo que lhe fosse favorável, lamentando-se de ter sido agredido, pretendendo mistificar as questões ao dizer que tinha uma opinião pessoal sobre o comportamento da Direcção de Ciências e que a podia manifestar sempre que quisesse.
O que o sujeito ou esqueceu de dizer foi que as suas afirmações se traduziam objectivamente no mesmo que a pide tentava fazer – desprestigiar a Direcção de Ciências pedante os estudantes, facilitando assim o exercer da repressão, sobre os dirigentes dessa escola.
O Jara esqueceu-se ainda de informar da sua provocação a um colaborador de Ciências ao insinuar a sua simpatia ou não simpatia por determinada organização politica, o que se enquadra perfeitamente nas manobras da pide para identificar o movimento associativo com determinadas orientações políticas.
No sentido de desmascarar estas deturpações propositadas do que realmente aconteceu, tentaram vários colegas de outras escolas intervir.
A mesa da Assembleia Geral recorrendo a métodos anti-democráticos, contra os quais vários estudantes de Medicina se manifestaram, quis impedi-los de apresentar as razões da expulsão do Jara da RIA, dizendo que apenas se podia dar informações do que acontecera nessa reunião e não, descrever a luta dos estudantes de Ciências no ano passado e os boatos que então surdiram (o que é essencial para compreender as razões que levaram a RIA a considerar o Jara como um provocador).
Apesar disto, um elemento da Direcção do Técnico consegue intervir. Novamente a mesa recorre a processos vergonhosos de impedir o esclarecimento dos estudantes, fazendo votar sem deixar discutir, propostas que limitam o tempo das intervenções a 3 minutos.
Um elemento da Direcção do Ciências, vê interrompida a sua intervenção, por afirmar que o JARA era um provocador (o que já fora decidido em RIA).
A mesa continua com os métodos utilizados. Faz ela própria uma proposta, para expulsar o colega de Ciências, a qual se recusa a deixar discutir, dizendo que era um requerimento.
Os protestos da Assembleia levam a nova votação onde se aprova que o colega continue a falar e pelo tempo necessário.
Nesta altura a mesa diz que tem que ceder.
Mostrou-se então que era totalmente justificado e correcto  levar à RIA uma questão do provocação, que tinha graves repercussões no MA, e por outro lado que era correcto as pessoas directamente atingidas darem uma resposta particular aos provocadores, resposta essa totalmente independente da RIA.
Salientou-se ainda o facto do Jara se esquecer da provocação que tinha feito ao colaborador de Ciências.
No seguimento disto, o indivíduo tenta defender-se, dizendo que é totalmente falso ter dirigido essa provocação, no que é apoiado por um elemento da Direcção. É este elemento que afirma que a colega da Medicina negou a validada das afirmações de Ciências em RIA. Os estudantes presentes na reunião (o próprio Jara também) podem a comparência da “testemunha" e ridicularizam o facto de ela não aparecer, apupando a direcção de Ciências.
De notar aqui, que na RIA nem o Jara nem a delegação da Medicina puseram em dúvida o que Ciências disse não levantando sequer a hipótese da serem necessárias testemunhas
No segundo ponto da ordem de trabalhos é apresentada uma proposta de expulsão, como anti-associativos, de dois estudantes de Medicina acusados de terem batido no Jara.
Pretendeu-se justificar a expulsão destes dois colocas não na base do trabalho associativo que desenvolvem, mas sim confundir uma intervenção na pancada com uma atitude do âmbito associativo o que neste caso seria prejudicial ao movimento  associativo.
Aparecem mais propostas: uma do apoio à posição do Jara e da Direcção, outra declara como atitudes anti-associativas as das Direcções do Técnico, Ciências e MAEESL, etc.
A discussão, se assim se pode chamar às intervenções feitas pela Direcção de medicina e alguns colaboradores enquanto outras pessoas eram sistematicamente impedidas de falar por falcatruas da mesa, continua toda baseada em dados que depois se provaram ser falsos (nomeadamente no que diz respeito à provocação do Jara visando um colaborador de Ciências.)
Estavam já aprovadas algumas propostas quando “testemunha” solicitada, finalmente aparece.
Afirma então que tinha sido “aconselhada” (intimidada) pelo próprio Jara a não comparecer na reunião e confirma o que Ciências dissera.
Surgem então, não se percebe porque só agora, colaboradoras de Medicina que tinham ouvido a conversa, um dos quais até a confirma; mas dizendo que não é provocação. O Jara não desmente qualquer destas afirmações?
Apesar de estar perante este novo dado, a mesa não permite discussão das propostas já votadas o faz votar imediatamente a validade do conjunto dessas propostas.
As várias direcções de escola, inscritas para esclarecer definitivamente as confusões, são impedidas do se pronunciar por meio de um requerimento que exige que terminem as intervenções.
Foi com base no que aconteceu, na Assembleia Geral de Medicina que a RIA de terça-feira tomou a seguinte decisão:
Considerando:
1 - que foram expulsos do movimento associativo de medicina dois estudantes que terá sempre colaborado nas lutas dos estudantes do seu curso e defendido os seus interesses, não, obviamente, por serem "furas" ou por sabotarem a actividade associativa mas sim por torem intervindo numa tareia a um indivíduo que a RIA considera provocador, o que aliás fica bem ilustrado no facto grande preocupação em expulsar "furas" de Lisboa ou do Coimbra que se continuam a pavonear nas instalações associativas;
2 - que a ultima assembleia geral de medicina foi conduzida duma maneira anti-democrática; e que a CPA do Medicina editou um comunicado contendo calúnias o provocações à RIA e a Direcções de escolas;

A REUNIÃO INTERASSOCIAÇÕES DE LISBOA DECIDE
1 - condenar a expulsão de dois colaboradores do MA de medicina;
2 - que uma comissão eleita em RIA averigúe da condução das estruturas da CPA de Medicina pondo em causa a presença ou não da Direcção de Medicina em RIA;
3 - Que se faça uma ampla campanha de informação sobre os factos ocorridos, nas escolas de Lisboa e, em especial, entre os estudantes do Medicina.
(capítulo transcrito do comunicado federativo n° 5)

E NECESSÁRIO NÃO CONFUNDIR DIVERGÊNCIAS COM PROVOCAÇÕES:
AS PRIMEIRAS RESOLVEM-SE COM A DISCUSSÃO E COM O CONFRONTO DA EXPERIÊNCIA PRATICA; AS SEGUNDAS, RESOLVEM-SE EXPULSANDO OS PROVOCADORES, DESMASCARANDO-OS COM FIRMEZA E COM O DESPREZO QUE MERECEM.
PELA DEFESA DAS AAEE
NÃO A UNIDADE COM PROVOCADORES!

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