quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

1977-02-22 - DOCUMENTOS - FEML

Federação dos Estudantes Marxistas - Leninistas
Organização do PCTP/MRPP para a Juventude Comunista Estudantil


I PLENUM DO COMITÉ ESTRELA VERMELHA - RIBEIRO SANTOS
COMITÉ CENTRAL DA FEM-L 22 de FEVEREIRO de 1977

DOCUMENTOS

SAUDAÇÃO
AO CAMARADA ARNALDO MATOS, SECRETÁRIO-GERAL DO PCTP AO COMITÉ CENTRAL DO PCTP
Ao realizar o seu I Plenum, após a magnífica vitória que constituiu o I Congresso Nacional da FEM-L, o Comité Estrela Vermelha - Ribeiro Santos eleito, saúda com o mais vivo entusiasmo revolucionário o C.C. do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses e o nosso querido camarada Arnaldo Matos.
Ao assumir as novas e grandes responsabilidades que a massa dos quadros lhe confiou, o C.C. da FEM-L não quer deixar de reafirmar a sua férrea determinação de perseverar na via gloriosa que o Partido lhe aponta, de se subordinar à direcção clarividente do C.C. do PCTP e em especial à do camarada Secretário-Geral Arnaldo Matos.
No nosso I Plenum foi de uma importância vital o estudo do Relatório do Camarada Arnaldo Matos "Sobre a Organização Regional do Norte" que armou as nossas fileiras para os duros combates que se avizinham, para que a FEM-L sob a direcção do Partido e do seu estado-maior ouse erguer bem alto a bandeira vermelha, e obter novas vitórias. Esse relatório é um guia precioso para a nossa acção, que contém todos os ensinamentos, que o C.C. da FEM-L tem que saber aprender e aplicar para que possamos ser dignos soldados do PCTP, que pensem como generais e podermos prosseguir com firmeza e confiança o caminho árduo e luminoso que Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa nos legaram.
VIVA O MARXISMO-LENINISMO-MAOISMO!
VIVA A FEDERAÇÃO DOS ESTUDANTES MARXISTAS-LENINISTAS!
VIVA O PARTIDO COMUNISTA DOS TRABALHADORES PORTUGUESES!

Lisboa, 22/2/77
O I PLENUM DO COMITÉ ESTRELA VERMELHA-RIBEIRO SANTOS COMITÉ CENTRAL DA FEM-L

RESOLUÇÃO EXPLORAR O SUCESSO DO CONGRESSO
INTRODUÇÃO
À saída do I Congresso Nacional da FEM-L, magnífica vitória da linha geral revolucionária do nosso Partido, e passo marcante da luta pela edificação do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses, o I Plenum do Comité Estrela Vermelha - Ribeiro Santos, Comité Central da FEM-L, eleito por unanimidade e aclamação no Congresso, deseja reafirmar as suas mais vivas saudações comunistas ao camarada Arnaldo Matos, Secretário-Geral do PCTP, ao Comité Central do PCTP, e a todo o Partido, pelo apoio, pelo carinho e pela direcção prática com que rodeou e que exerceu no decurso dos trabalhos do nosso Congresso.
Saudação esta que se estende a todos os delegados, para que, se tomem em vectores da política, dos documentos e das resoluções aprovadas, dentro do magnífico espírito de luta, de unidade e da vitória que souberam testemunhar em todas as sessões e debates do I Congresso Nacional da FEM-L.
O I Plenum do novo Comité Estrela Vermelha-Ribeiro Santos, Comité Central da FEM-L, ao fazer estas saudações, não só cumpre um dever que a honra, mas, acima de tudo, fá-lo com a intenção expressa, de fixar bem, de que não é possível obter vitórias e explorar o sucesso do Congresso, sem o entendimento claro de que a aplicação da linha do Partido, e a sua direcção correcta sobre a nossa Federação, é a sua questão determinante; e de que sem o empenhamento de todos os delegados na propaganda e difusão da linha do Congresso, tão pouco poderemos transformar as suas resoluções numa poderosa força material, ficando antes letra morta.
O excelente espírito que reina nas nossas fileiras, é um incentivo e uma chamada a que o novo Comité Estrela Vermelha - Ribeiro Santos cumpra as suas funções e os seus deveres, encabeçando a grande batalha pela edificação da nossa Federação, inseparável da ofensiva política do Partido pela sua edificação, e cuja etapa precisa que temos imediatamente a percorrer é a da Exploração do Sucesso do Congresso.

II
BALANÇO
Não é possível travarmos uma batalha, sem sabermos bem que terreno pisamos. Um balanço deste mês e meio de ofensiva política do Partido, no que respeita à Federação, se é, por um lado, o próprio pressuposto do I Congresso Nacional, é por outro lado, a condição da intensificação do nosso trabalho comunista.
O I Plenum do Comité Central da FEM-L, estima que, em todo este tempo, o balanço da actividade da nossa Federação é francamente positivo: criaram-se 27 novas células e comités da FEM-L; vencemos duas eleições para Associações de Estudantes a algumas comissões de curso; alargámos a nossa organização territorial a novos centros de ensino; diversas células e comités duplicar o número dos seus efectivos; criaram-se os fundamentos para uma vasta campanha de adesão ao Partido; intensificou-se numa certa medida a nossa intervenção no movimento de massas dos estudantes; em diversos locais realizaram-se jornadas de solidariedade e apoio militante à luta da Classe Operária e do Povo; um sangue novo entra de rompante e começou a ser integrado nos órgãos de Direcção.
Todavia, também tivemos algumas derrotas, as quais, devidamente analisadas no nosso Congresso, poderão ser transformadas em vitórias, caso rectifiquemos os erros que os provocaram. Assim, perdemos algumas eleições para direcções associativas, não alcançámos os objectivos da Campanha "Fundos do Povo para o Jornal da Verdade“, em certas regiões e distritos continua a manifestar-se o estilo velho, próprio do círculo de propaganda, agravou-se a situação financeira da FEM-L.
Aplicando a "Resolução sobre a Ofensiva política da FEM-L” saída do Congresso, e no espírito dos documentos do Congresso do Partido, do I Plenum do Comité Central do PCTP, e do I Congresso Nacional da FEM-L, o Comité Central da FEM-L, decidiu tonar as seguintes directivas, como componentes da grande campanha de massas: “Explorar o Sucesso do Congresso":

III
PROPAGANDA DO CONGRESSO
Será desencadeada, nos próximos quinze dias, uma grande campanha de agitação e propaganda relativa aos documentos e às resoluções do I Congresso Nacional da FEM-L, como aplicação ao sector específico da juventude estudantil e ao movimento democrático da juventude das escolas, dos documentos e das resoluções do Congresso da Fundação do Partido e do I Plenum do Comité Central do PCTP. Esta campanha constará de: exposições; grandes jornais e pinturas murais; debates, colóquios, comícios e meetings.
Será editado em tipografia o “Manifesto à Juventude Estudantil Portuguesa", com uma tiragem de 85.000 exemplares.

IV
CAMPANHA DE ADESÃO AO PARTIDO
A aplicação do ponto específico da “Resolução sobre a Ofensiva Política da FEM-L” sobre a Campanha de Adesão ao Partido deve ser rigorosamente aplicada, já que esta campanha constitui o centro da edificação política do Partido e da nossa Federação. Nesse sentido devemos mobilizar todas as forças para organizar aderentes em todas as turmas de todas as escolas onde temos organização, nos lares estudantis, nos serviços de apoio às Associações, em todos os locais onde as massas estão organizadas. Cada célula, comité distrital e comité regional devo apontar os seus objectivos. O Comité Permanente do Comité Central da FEM-L, elaborará oportunamente uma resolução específica sobre esta campanha.

V
AS CÉLULAS NOVAS E A EDUCAÇÃO COMUNISTA DOS QUADROS
27 novas células e comités da nossa Federação, fundadas após o Congresso do Partido, são uma magnífica vitória obtida em resultado da aplicação da linha do nosso Partido. Todavia, a sua fundação e o seu número não constituem uma meta, mas antes uma etapa. Devemos prosseguir no caminho, com forças revigoradas, içando a bandeira do Partido em todas as escolas do país e preservando o carácter comunista e avançado das novas células, pela escrupulosa educação comunista dos seus quadros. Nesse sentido importa, desde já, alertar e corrigir alguns desvios e erros, já detectados e possíveis de virem a acontecer, como sejam o de substituir a campanha de aderentes pela da organização e formação de novas células, através da incorrecta incompreensão do papel de uma e outra campanha, as quais se relacionam intimamente entre si. Nas células da FEM-L estão apenas os activistas mais destacados, mais fieis à linha do Partido, mais dedicados à causa do Povo e da Revolução, mais desejosos de avançar, mais ligados às massas. Estes quadros devem permanentemente. educar-se na linha do Partido, no estudo do marxismo-leninismo-maoismo, na ligação ao Povo. Fundar novas células com um carácter amplo é uma coisa boa, mas pode transformar-se numa coisa má se as concepções recuadas de alguns novos activistas vierem a tomar o comando das operações; neste caso, ao primeiro revez a célula entra em delinquência e rapidamente degenera.
Há que consolidar para alargar, e novamente alargar para consolidar. Os Comités Regionais e Distritais devem empenhar-se seriamente nesta tarefa.

VI
SITUAÇÃO FINANCEIRA
A Comissão Central de Fundos da FEM-L deve rapidamente fazer o balanço e o orçamento. A péssima situação financeira actual não se pode curar com paliativos, mas apenas será remediada com medidas eficazes, que resultarão de um, empenhamento pessoal dos quadros de direcção a todos os escalões.
Todas as Organizações Regionais se devem mobilizar para o pagamento da quota central, e para o cumprimento dos objectivos do Congresso, no prazo máximo até ao fim do mês. Por outro lado é imperativo que com o relatório mensal venha apensa a folha de contabilidade, sem a qual não poderão ser tomadas as medidas, encontrados os métodos e garantidos os meios que a situação exige.

VII
ENCONTRO NACIONAL DO ENSINO E REUNIÃO SOBRE O ENSINO SUPERIOR
 O Comité Permanente encarregar-se-á de estudar e oportunamente divulgar todo o processo de preparação daquelas reuniões cuja oportunidade da sua realização o nosso Congresso aprovou e destacou.
De todo em todo, o I Plenum considera que o Encontro Nacional do Ensino deverá ser convocado no momento em que o movimento de massas, em grande ebulição, crie as condições da sua efectivação - isto é em Maio - a tempo ainda de poderem ser tomadas medidas próprias, na proximidade dos exames. Quanto à Reunião sobre o Ensino Superior, a data não devera ultrapassar a primeira semana do terceiro período lectivo.

VIII
MOVIMENTO ASSOCIATIVO
A correcção dos erros cometidos no respeitante à actividade comunista para as Associações de Estudantes e o movimento associativo, se encontra o seu centro na rectificação da política e da táctica seguidas em outros locais e em diversos momentos — correcção para a qual o Congresso criou os instrumentos próprios —, exige também o departamento do Comité Central da FEM-L e do seu Departamento Associativo. Nesse sentido, o I Plenum estudou com grande atenção o elevado número de processos eleitorais associativos que se realizarão após o Carnaval, e, particularmente, as eleições para a A.A.C.. Quanto a estas eleições o I Plénum decidiu:
a) Saudar os camaradas de Coimbra e apelar a que se preparem para esta grande batalha com o espírito de que as condições são melhores que nunca, e de que ousando lutar duramente, ousaremos vencer;
b) Dedicar todos os seus esforços no apoio ao trabalho da lista dirigida pela nossa Federação, e intervir no processo de direcção desta campanha;
c) Confiar ao Comité Permanente do Comité Central da FEM-L, a elaboração de uma declaração sobre acontecimento tão importante para a juventude estudantil não só de Coimbra, como de todo o país;
d) Solicitar aos nossos camaradas que se dediquem a fundo, fazendo editar diariamente pelo menos um comunicado, que nos demarque profundamente do inimigo e que responda aos anseios das massas;
a) Utilizar o método, no decurso da campanha, da propaganda porta a porta, que não consiste apenas, nem sobretudo, no turma a turma, mas antes significa a propaganda nos lares, nas repúblicas, nas casas onde viverem os estudantes, com a discussão oral de todos os seus problemas e anseios, gerais e individuais e com a distribuição da propaganda escrita;
f) Custear um cartaz da candidatura, com uma tiragem de 2500 exemplares e tomar as medidas para a sua edição saia sexta-feira;
g) Criar Comissões de Apoio em todas as Faculdades, e incentivá-las a formular o seu mandato, que a lista dirigida pelos comunistas subscreverá no seu Programa. Criar essas Comissões no Ensino Secundário e desenvolver ou grande movimento de massas deste sector do ensino, de apoio à única lista que pode defender os seus anseios e as suas reivindicações, ao saber e à Liberdade e Democracia;
h) Aproveitar até ao fim as páginas da imprensa local e nacional.
Unamo-nos para vitórias ainda maiores!

IX
ESTUDANTES-TRABALHADORES
O I Plenum do Comité Central da FEM-L exorta o departamento de Estudantes-Trabalhadores a que, sob o controlo de execução do Comité Permanente, estude rapidamente a situação actual no que respeita a este sector das massas, qual o tipo e que desenvolvimento tem a sua organização, quais os seus anseios mais imediatos e quais os mais fundos, de forma a que seja elaborada uma Resolução capaz de materializar a linha política específica para o desenvolvimento da nossa actividade. Exorta ainda a que esse Departamento e todas as organizações regionais e distritais intensifiquem e reforcem o seu trabalho político neste sector de grande importância das massas de estudantes, combatendo taco a taco as manobras e tentativas do social-fascistas para colocar os estudantes trabalhadores sob a sua hegemonia e controlo.

X
PIONEIROS VERMELHOS
O papel de esquerda que os nossos Pioneiros Vermelhos souberam desempenhar no nosso Congresso, alertou, mais do que mil resoluções, toda a nossa Federação para a necessidade do trabalho revolucionário junto dos nossos camaradas, e dos sectores das massas mais jovens.
Nesse sentido, o I Plenum do Comité Estrela Vermelha-Ribeiro Santos exorta a que o Departamento dos Pioneiros Vermelhos estabeleça os seus contactos com os núcleos já formados em todo o país e para que se debruce atentamente sobre as características e condições do trabalho comunista para os Pioneiros Vermelhos, de forma a que seja elaborada uma Resolução específica. Esta Resolução correctamente elaborada sob o controlo do Comité Permanente deverá assumir O papel de uma poderosa força material que incentive o florescimento de mil núcleos de Pioneiros: florescimento este que, após o nosso Congresso, sem qualquer sombra de dúvidas, será tão abundante como o das primeiras plantas, após as chuvas de Inverno.

XI
LUTA POPULAR
Se edificar o jornal é, em todos os sentidos, edificar o partido, o teste dos esforços realizados pela edificação da FEM-L e do Partido, consiste precisamente em saber, se se aumenta a não a venda dos jornais, se se intensifica ou não a correspondência, se se alarga ou não o número, de assinaturas, se se aplica ou não o sistema de contabilidade, se se prestam contas ou não.
A situação e relativamente grave, particularmente no que respeita à Organização Regional de Lisboa pelo que exige medidas sérias. A situação agrava-se quanto mais a burguesia aperta o seu cerco ao nosso órgão central. Nesse sentido, importa que se desencadeei um grande ataque aos que sabotam a venda do Luta Popular, aos que o não propagandeiam, aos que, em síntese, pretendam impedir a ofensiva política do Partido e da nossa Federação.
Os diversos Comités Regionais e Distritais devem fazer um grande esforço para cumprir os seus deveres para com o Luta Popular, e, no que respeita aos sectores que ainda não atingiram os objectivos da campanha "Fundos do Povo para o Jornal da Verdade”, devem planear o seu trabalho, de forma a faze-lo até ao dia 28 de Fevereiro às 24 horas,

XII
FINAL
A grande batalha pela exploração do sucesso do Congresso, demarcará inevitavelmente no nosso seio as duas linhas.
A sua vitória não será possível sem a intensificação do movimento de massas de crítica, de repulsa a repúdio da linha negra anti-partido dos renegados Sanches e Crespo. Uma rectificação drástica dos métodos errados e das concepções oportunistas, autonomistas e independentistas deve ser desencadeada, de forma a que um grande salto em frente, para o qual o nosso Congresso criou as Condições políticas possa ser dado com redobrado vigor.
A situação é excelente.
Armados da política do Partido e fundidos com as massas; praticando o marxismo e não o revisionismo, lutando pela unidade e não pela cisão, agindo de forma franca e honrada e não tramando intrigas nem maquinações; ousando lutar e ousando vencer - transformaremos a vitória do Congresso, no Congresso da vitória.
VIVA A OFENSIVA POLÍTICA DO PARTIDO!
VIVA O I CONGRESSO NACIONAL DA FEM-L!
VIVA A FEM-L!
VIVA O PCTP!

Lisboa, 22 de Fevereiro de 1974
O I PLENUM DO COMITÉ ESTRELA VERMELHA-RIBEIRO SANTOS COMITÉ CENTRAL DA FEM-L

ESTRUTURAÇÃO DA FEM-L
O I Plenum do Comité Estrela Vermelha-Ribeiro Santos eleito por unanimidade no I Congresso da FEM-L, realizou um estudo consciencioso dos documentos do I Plenum do Comité Central concernentes à estruturação do Partido, extraindo deles riquíssimas lições, aplicando-as ao caso concreto da estruturação da nossa Federação.
No que tem de específico o I Plenum do Comité Estrela Vermelha-Ribeiro Santos decidiu:

I
REGIMENTO DO COMITÉ CENTRAL
1 - O Comité Central fará reuniões plenárias ordinárias bimestrais.
2 - O Comité Central eleito criou os seguintes departamentos centrais:
a) Secretariado do Comité Central
b) Departamento Associativo
c) Departamento dos Pioneiros Vermelhos
d) Departamento dos Trabalhadores-Estudantes
f) Comissão Central de Fundos

II
REGIMENTO DO COMITÉ PERMANENTE
1 - O Comité Permanente efectuará reuniões quinzenais.

III
ESTRUTURAÇÃO DO COMITÉ CENTRAL
1 - Secretariado do Comité Central
(...)
2 - Departamento Associativo
(...)
membro do Comité Central Adjunto
(...)
membro suplente do Comité Central
3 - Departamento dos Pioneiros Vermelhos
(...)
membro do Comité Central
4 - Departamento dos Trabalhadores-Estudantes
(...)
membro suplente do Comité Central
5 - Comissão Central de Fundos
(...)
membro do Comité Central
Adjunto
(...)
membro suplente do Comité Central

IV
ORGANIZAÇÃO TERRITORIAL DA FEM-L
I - Comité Regional do Norte
Secretário: - (...)
membro do Comité Central
1. Comité Distrital do Porto
Secretário - (...)
membro do Comité Central
2. Comité Distrital de Viana do Castelo
Secretário - (...)
3. Comité Distrital de Braga
Secretário - (...)
membro do Comité Central
4. Comité Distrital de Vila Real
Secretário - (...)
5. Comité Distrital de Bragança
Secretário - (...)
membro do Comité Central
II - Comité Regional da Beira Litoral
Secretário: - (...)
membro do Comité Central
1. Comité Distrital de Aveiro
Secretário - (...)
membro do Comité Central
2. Comité Distrital de Coimbra
Secretário - (...)
membro do Comité Central
3. Comité Distrital de Leiria
Secretário - (...)
membro do Comité Central
III  - Comité Regional das Beiras
Secretário: - (...)
membro do Comité Central
1. Comité Distrital de Viseu
Dependente do Comité Regional das Beiras
2. Comité Distrital da Guarda
Secretário - (...)
membro do Comité Central
3. Comité Distrital de Castelo Branco
Secretário - (...)
IV - Comité Distrital de Santarém
Secretário - (...)
membro suplente do Comité Central
V - Comité Regional de Lisboa
Secretário: - (...)
membro do Comité Central
VI - Comité Regional de Setúbal
Secretário: - (...)
membro do Comité Central
VII  - Comité Regional do Sul
Secretário: - (...)
membro do Comité Central
1. Comité Distrital de Portalegre
Secretário - (...)
membro do Comité Central
2. Comité Distrital de Évora
Secretário - (...)
 membro suplente do Comité Central
3. Comité Distrital de Beja
Secretário - (...)
membro do Comité Central
VIII - Comité Regional do Algarve
Secretário: - (...)
membro do Comité Central
Vice-Secretário: - (...)
membro suplente do Comité Central
IX - Comité Regional da Madeira
Secretário: - (...)
X - Comité Regional dos Açores
Dependente do Comité Permanente do Comité Central

Lisboa, 22 de Fevereiro de 1977
O I PLENUM DO COMITÉ ESTRELA VERMELHA - RIBEIRO SANTOS COMITÉ CENTRAL DA FEM-L

COMUNICADO FINAL
Realizou-se hoje, dia 22 de Fevereiro o I Plenum do Comité Estrela Vermelha - Ribeiro Santos, Comité Central da Federação dos Estudantes Marxistas-Leninistas, eleito no I Congresso Nacional.
Começando por analisar a magnífica vitoria que constituiu o nosso I Congresso Nacional, o Comité Central da FEM-L abordou com profundidade todos os ensinamentos que ele nos legou e marcou-se como tarefa principal a de explorar o sucesso desta vitória transformando-a num grande movimento de adesão ao Partido que deve marchar em todo o país segundo planos escola a escola e turma a turma apontando objectivos mínimos à partida,
O I Plenum do Comité Estrela Vermelha - Ribeiro Santos procedeu à eleição do Secretário da FEM-L e do Comité Permanente do seu Comité Central. Para o cargo de Secretário foi eleito por unanimidade o camarada Manuel Sarmento, membro suplente do Comité Central do PCTP e Secretário do Comité Estrela Vermelha - Ribeiro Santos cessante.
Essa eleição, aclamada de pé com grande entusiasmo e alegria revolucionários, constituiu sem dúvida o acto mais importante da nossa reunião e demonstrou a enorme confiança que toda a Federação deposita no camarada Manuel Sarmento.
Para o Comité Permanente do Comité Central da Federação foram eleitos os camaradas Manuel Sarmento, Celestino Pinheiro, Alberto Aguiar, Conceição Ribeiro, Abílio Santos e Maria Virgílio Lopes.
O I Plenum do Comité Central da FEM-L estudou as decisões do I Plenum do I Comité Central do PCTP acerca do Regimento e da Estruturação do Comité Central, extraindo os seus preciosos ensinamentos e aplicando algumas questões à sua situação concreta. Foi ainda aprovada uma Resolução sobre a Organização Territorial da FEM-L que se baseia igualmente na Resolução do I Plenum do Comité Central do PCTP acerca desse mesmo assunto.
O I Plenum do Comité Central da FEM-L leu e estudou atentamente o Relatório do camarada Arnaldo Matos, Secretário-geral do PCTP sobre a Organização Regional do Norte. Fazendo desse Relatório um espelho para si próprio o Comité Central da Federação debruçou-se atentamente sobre os seus preciosos ensinamentos e a linha política proletária de que ele é fiel portador. O Comité Central da FEM-L fez questão em salientar a necessidade urgente de a política desse Relatório ser transmitida de forma simples a todos os organismos da Federação de molde a materializá-lo em movimento prático impetuoso em todo o país.
Sintetizando todos os ensinamentos do Congresso e todos os aspectos actuais da Ofensiva Política da FEM-L, o I Plenum da Comité Central aprovou a Resolução “Explorar o Sucesso do Congresso" constando dos seguintes pontos:
- Balanço da 1ª Etapa da Ofensiva Política da FEM-L.
- Movimento Associativo e Associação Académica de Coimbra.
- Campanha de Adesão ao Partido.
- Campanha "Fundos do Povo para o Jornal da Verdade”.
- As novas células da FEM-L e a educação comunista dos novos quadros.
- A situação financeira da FEM-L.
- Encontro sobre o Ensino Superior.
- Trabalhadores-estudantes,
- Pioneiros Vermelhos.
O I Plenum do Comité Central da FEM-L aprovou ainda uma Saudação ao Comité Central do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses.
Durante o decorrer dos trabalhos o I Planum do Comité Central recebeu uma delegação do nosso “Luta Popular" que num magnífico espírito de unidade veio junto de nós apresentar a sua auto-crítica pelos graves liberalismos e deturpações contidas na reportagem do nosso órgão central acerca do I Congresso Nacional da FEM-L.
Terminando num grande espírito de unidade e combatividade proletários o nosso I Plenum marchou coeso e unido para todos cantos da nossa Pátria firmemente disposto a transformar as Escolas em fortalezas da classe operária e do Povo.
VIVA O I CONGRESSO NACIONAL DA FEM-L!
VIVA A UNIDADE DE AÇO DAS NOSSAS FILEIRAS! VIVA O PCTP!
VIVA A FEM-L!

Lisboa, 22 de Fevereiro de 1977          
O I FLENUM DO COMITÉ ESTRELA VERMELHA - RIBEIRO SANTOS COMITÉ CENTRAL DA FEM-L

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